a vida quer
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Antroponauta - Souzacampus. Foto Daniel Mitsuo.

Antigamente artistas não queriam que os filhos seguissem a área, viam a cultura como um campo dificílimo no mercado e uma profissão que se transforma num “bico” porque era preciso fazer uma outra coisa séria para sobreviver fazendo arte. Neste ano convivi com muitos designers por força dos trabalhos em mídia online. Admito que segui com curiosidade seu cotidiano motivada pela simpatia e respeito que  tenho por esta profissão. Eduardo Souzacampus e Morandini são os designers que me vêem à mente no momento quando penso nos que conheci e que têm a dose equilibrada nos quesitos boa gente, super produtivos e com uma qualidade incrível.

Ambos também são paizões, o que me levou a pensar se eles queriam ter filhos designers. @souzacampus e sua esposa @lilianeferarri, como bons pais corujas, adoram mostrar  as obras de arte que sua pequena Lulli faz. Aos dois anos e meio ela já mostra que tem a arte, em todos os estilos, correndo em suas veias, o que me fez perguntar a eles se esperavam que ela seguisse a carreira artística. 

Minha surpresa foi saber que eles gostariam sim e que, se fosse hoje, ficariam felizes se ela estudasse no Instituto Europeu de Design, o IED. Convidada a conhecer o instituto, andei verificando com minhas fontes informações extra-oficiais sobre ele. Conheci o IED quando mudei para São Paulo, ouvindo falar e acompanhando notícias dos feitos de seus alunos. O  instituto de design, moda, visual graphics é chamado de “contemporâneo” por pessoas que eu considero “avant garde”, à frente do nosso tempo, aqueles que lançam moda. 

Outro diferencial que me chamou atenção quando me aprofundei sobre o tema é a forma como os alunos se inserem no mercado. Área na qual se trabalha muito como freelance e, ao mesmo tempo, em grupos de trabalho, o design exige maturidade pessoal e profissional que precisa ser conquistada muito cedo. Aí entra uma proposta legal: o IED pode ser contratado por uma empresa como instituto e depois monta uma equipe de docentes e alunos, o que lhes permite um ajuste orientado ao “esquema” de trabalho em equipe – e eles ainda atuam e recebem por isso como profissionais. Os alunos ganham muito porque podem vivenciar o trabalho na vida real e fazer networking. Ótimo!

Além disso, o IED faz muitas exposições e desfiles para expor o trabalho dos alunos. Aqui no blog divulguei várias mostras com alunos de escolas de artes e conheci uma aluna (Carol Orberg) que ganhou um destes concursos (do IED) e foi para Itália por conta dele. Por falar em Itália, a @cyncardoso, que estudou Design lá e ainda vive com o coração nos dois países, me falou super bem do instituto, que é referência em Milão, Roma, Turim, Veneza, Barcelona e Madri além de Sao Paulo.

O IED realiza o processo seletivo 2009 nesta semana. Mais informações podem ser encontradas no site.

* Este post é um publieditorial. 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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