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“Sempre tem um cara que é o cara”… no filme de Rosane Svartman, Desenrola, o cara é Kayky Brito e a mocinha que suspira por ele é interpretada por Olívia Torres. A história deles é a sua, a minha, a da maioria dos adolescentes e por isso eu estou muito animada com o filme que estreia nesta semana no Brasil. Muito gentil, Rosane, amiga de um amigo, me convidou em dezembro para uma cabine de imprensa e nesta época pude saber, em primeira mão, do seu cuidado com muitos dos detalhes que vemos em tudo que concerne a veiculação e divulgação do longa que propõe a participação do público, do roteiro ao lançamento.

Quer ver como, apesar de moderno, o filme faz todo mundo se identificar?

“Aos 16 anos de idade, a romântica Priscila (Olívia Torres) se vê pela primeira vez sozinha em casa: a mãe viajou a trabalho e vai passar 20 dias fora. É nesse curto espaço de tempo que sua vida passa por grandes mudanças e diversas “primeiras vezes” acontecem. É também o tempo que ela terá para conquistar seu adorado Rafa (Kayky Brito), o garoto mais “gostoso” do bairro, e com ele ter a sua primeira e mágica transa. O que não será nada fácil, já que, como ela verá, nada é exatamente como esperava. Para concretizar seus planos, Priscila conta com a cumplicidade do seu melhor amigo, Caco (Daniel Passi), e a oposição de Boca (Lucas Salles), o garoto mais ingênuo da escola, que secretamente sonha em tê-la como namorada. É no meio de uma confusão de hormônios, sentimentos e expectativas que tudo rola… e Desenrola.”

A diretora Rosane Svartman (de Mais uma vez amor e Como ser solteiro) e a produtora Clélia Bessa se empenharam na participação do público para traçar um panorama real da expectativa dos adolescentes sobre a “primeira vez”. Segundo a equipe, tudo começou com uma pesquisa sobre sexo que deu origem à série de documentários Quando éramos virgens, transmitida pela TV por assinatura, além de um livro homônimo, editado pela Casa da Palavra. A pesquisa rendeu ainda uma web-série homônima, quepropôs uma participação direta do público com os personagens através de blogs, fóruns, ARGs (jogos de realidade alternada), Flickr, Last.fm e outras redes sociais. O projeto também se estendeu à rádio, televisão e escolas do eixo Rio – São Paulo. Inevitável que tudo isso resultasse em inspiração para o longa-metragem Desenrola.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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