Dengue e crianças


Há tempos quero comentar aqui sobre a dengue, que vai chegando, aos poucos, ao quintal da casa da gente. Pela primeira vez eu invejo menos quem mora em Pinheiros, perto do querido parque Villa Lobos, e me acho mais segura em meu bairro. Mas será? Na quarta à noite Giorgio teve um febrão e ontem passamos a manhã no Pronto Socorro. Como ele não tinha sintomas de sinusite nem nada na garganta (males que o acometem depois da cirurgia de adenóide e amídalas), ficamos preocupados. O médico pediu observação, não falou nada, mas ficamos com aquela sensação: pode ser dengue. Aí cuida com o que dá de antitérmico, cuida de hidratar, enfim, ficamos meio neuróticos. Fui ver os sintomas da dengue e, felizmente, não bateram: febre súbita e alta (único que bateu), dor na cabeça, dor atrás dos olhos, nos ossos e articulações, falta de apetite e paladar, moleza e cansaço, naúsea e vômitos, manchas vermelhas na pele (parecida com sarampo). Mas é bom sempre saber os sintomas e cuidar, porque “período de incubação” é de 3 dias até que os primeiros sinais comecem a aparecer e o primeiro é a febre repentina e muito alta (que pode passar dos 40º C) e depois dos sintomas se desenrolam até mais ou menos uma semana. Mas aqui em casa, acredito que tudo bem, não evoluímos e acredito mais numa somatização pelo excesso de trabalho e compromissos da mamãe! Nada que um feriado em casa não resolva! 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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