[De Carona Com Elas] Mulher no trânsito – como cobrar respeito como motorista?

Na sexta-feira passada, em meio ao evento em Recife, soube que minha participação no blog De Carona Com Elas acontecia. O espaço, que fica dentro do Bolsa de Mulher, é uma iniciativa da Petrobras e pretende ser de envolvimento grande com o universo feminino no anseio de “conhecer e entender suas necessidades, estar perto e fazer a diferença no seu dia a dia, sendo referência em informação. Carro, trânsito, viagens, dúvidas sobre mecânica, combustível e inúmeros outros temas vão guiar parte de nossas conversas”.

O convite, que recebi de @babifranzin, ela mesma autora de dois espaços sobre automobilismo (o Velocidade e o Salto Auto), me deixou honrada e trouxe um desafio e tanto: fazer a estreia tratando de violência contra mulher: como cobrar respeito no trânsito?

“O que vejo hoje é que a violência na família e contra mulher avançou para a violência contra a mulher no trânsito. Não importa que a mulher seja uma motorista mais tranquila (…) o fato é que nós sempre somos alvo de preconceito, a tal ponto que isso se torna um ponto de vulnerabilidade psicológica para a motorista.

E por que eu falo isso? Ora, agressão verbal é uma forma de violência psicológica, muito embora nossa sociedade aceite a agressão física e não se importe tanto assim com a agressão verbal, ela afeta a autoestima, a produtividade e a assertividade de suas vítimas. E no trânsito a mulher é a vítima mais frequente, pois não faltam piadas, comentários e até xingamentos sobre suas “habilidades inferiores” como motorista, não é mesmo?”

No trânsito, em casa, no trabalho, é nosso dever não aceitar que nossos direitos sejam negligenciados para que possamos melhorar as condições da sociedade em que vivemos – nem que para isso a gente precise procurar uma Delegacia da Mulher e prestar queixa do que está errado – porque é assim que se cria um espaço de convivência melhor e mais justo para todos. Eu tenho tentado fazer a minha parte – e você?

Leia o post completo lá no blog De Carona Com Elas e não deixe de registrar sua opinião.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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