bem estar / mãe

“Proporcionar brincadeiras que estimulam a criatividade e a consciência corporal dos pequenos é essencial para o desenvolvimento das crianças, porém, é preciso que os pais estejam sempre atentos para evitar que os momentos de diversão não se tornem um pesadelo.”
Como proteger seu filho de quedas e prestar primeiros socorros a crianças

PS com o espoleta #aos8

Ontem, na volta do meu compromisso de trabalho (um debate sobre Redes Sociais e Carreira na @faculcantareira) saímos para jantar e #aos8 caiu de um brinquedo enquanto esperava a comida. Pensei: tudo bem, queda, é normal em criança feliz (quer dizer, criança que brinca feito criança). E eu sou ao mesmo tempo super tranquila e preocupada com o filhote que já passou por cirurgias plásticas por conta de acidente (contado aqui), mas, acima de tudo, tenho noção de que queda de altura pode ter consequências e a gente precisa observar direitinho.

Especialistas orientam que, “em virtude da gama de possibilidades de quedas – altura, posição de impacto, superfícies com maior ou menor poder de absorção de energia – de corpos com dimensões variáveis, diversas lesões podem ser encontradas, com diferentes graus de repercussão nos órgãos e sistemas da vítima.”

Os termos são difíceis, mas querem dizer que é importante fazer a relação da proporção entre a queda e o tamanho da criança. Mas, no caso de traumatismo crânio-encefálico (TCE) decorrente de queda em crianças – quando eles caem e batem a cabeça, como aconteceu com #aos8 ontem – devemos observar com cuidado pois as reações do organismo podem gerar lesões graves e até fatais.

O que fazer caso ocorra uma queda?

  • Quanto mais alta a queda, e dependendo da superfície em que ocorreu, maior a probabilidade de lesões sérias.
  • Segure a criança até que pare de chorar e observe sintomas diferentes do usual.
  • Se a criança ficar inconsciente após a queda, não a mova.
  • Contate o Serviço Médico de Emergência

Foi o que eu fiz: vi que tinha sangue em três ferimentos (e um parecia mais profundo que um simples arranhão, o que talvez exigisse sutura), o local inchou rapidamente, ele reclamava de leve dor de cabeça. Fomos para o Pronto Atendimento do nosso plano de saúde e lá ficamos até que um médico pediatra o visse, conferisse se estava tudo ok (e a médica pediu radiografia do crânio, mais para nos acalmar do que por necessidade mesmo…) e nos liberasse.

Como último cuidado, passamos a noite velando o sono do mocinho, porque observar a criança nas horas seguintes é uma das recomendações no caso de queda. É importante notar se:

  • Se a vítima apresentar sonolência, irritabilidade, alteração de comportamento, convulsão, vômitos.
  • Se a criança reclamar de dor, especialmente no pescoço ou no dorso.
  • Se persistir chorando, inconsolável.
  • Se estiver sangrando ou com escorrimento de outro fluido do nariz, ouvidos ou boca.
  • Se apresentar sinais sugestivos de fraturas.
  • Se houver qualquer dúvida sobre os sintomas apresentados, as lesões ou o comportamento após a queda.
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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