Da transição do aleitamento materno para os alimentos

Como é bom relembrar temas de aleitamento e novos alimentos para bebês… Saudade dos meus!

Amamentar reforça o elo entre mãe e bebê. O aleitamento é um momento onde a mamãe transmite o amor pelo seu recém-nascido e contribui para que ele cresça com mais saúde. Confira dicas especiais aqui http://migre.me/5qa9t e depois conte para nós: como você faz a hora de amamentar o seu bebê ser especial?
Crédito da foto: vi aqui http://on.fb.me/oASr4U

Como contei ontem, estive no Rio para uma conversa ligada à alimentação infantil saudável e, entre uma espera no aeroporto aqui, outra lá, além de muito papo no meio do caminho, o assunto aleitamento veio à tona várias vezes. Não sou especialista no tema, mas me orgulho de ter realizado muito bem esta tarefa como mãe e por ter conseguido fazer uma boa transição para os alimentos, respeitando o jeito de cada um e, em especial, a cultura e tradição que vinha de mim e do meu marido. Afinal, como comentamos muito hoje, é importante se alimentar bem, mas o carinho e as lembranças afetivas da alimentação familiar pesam muito.

É justamente por isso que temos enorme responsabilidade na forma como inserimos novos alimentos pro bebê e ensinamos as crianças a escolherem bem o que comer. Meus filhos, que hoje almoçam na escola, fazem cálculos no final do dia, sem eu perguntar, para avaliarem se comeram o que deveriam – caso falte algo, eles pensam em terminar a noite com um cereal integral (por incrível que pareça o caçula adora os cereais integrais de dieta! risos) com iogurte natural ou uma boa mistura de frutas cortadinhas na hora (não salada de frutas, apenas pedaços cortados enquanto conversamos sobre o dia à mesa da cozinha).

Talvez esta alimentação suave noturna seja a minha forma de preservar o ritual do “leitinho muito bom” antes de dormir, não sei. Sei que, como na época em que o mamá (aqui em Sampa se fala tetê) era o nosso momento juntos, de carinho, de conversa, de cantar e de contar histórias. E, ao contrário do que muitos indicam, eu não tirei o leite materno quando as comidinhas entraram na dieta: mantive o leitinho da mamãe em horários mais estáveis (antes da comida adotava praticamente livre-demanda, quando pediam, mamavam, feito bezerrinhos) como o amanhecer, meio da manhã, começo da tarde para o soninho e a hora de adormecer.

Nos interavalos, papinhas, frutas (os meus não reagiam bem à fruta raladinha crua, sempre gostaram mais de banana assada com casca e papinha de maçã engrossadinha com farinha de aveia) e sopinhas. Depois dos seis meses, quando a pediatra sugeriu a ingestão de comidas salgadas, o mais velho foi direto para o missô shiru (sopa japonesa com pasta de soja missô e  tofu) e arroz integral bem cozido, feito papinha, enquanto que o caçula engasgava, por isso eu passava a papinha dele na peneira. Pois é, nada de chá ou suco antes dos cinco meses (na verdade, quase nem água eles tomavam)  e comida só depois dos seis meses e sem liquidificador.

Estas dicas são as minhas para a fase de introdução de papinhas. Quais são as suas? Compartilhe aí!

Amamentar reforça o elo entre mãe e bebê. O aleitamento é um momento onde a mamãe transmite o amor pelo seu recém-nascido e contribui para que ele cresça com mais saúde. Confira dicas especiais aqui http://migre.me/5qa9t e depois conte para nós: como você faz a hora de amamentar o seu bebê ser especial?

E para quem está em busca de dicas, na Fanpage de Johnson’s tem algumas bem legais, numa troca espontânea entre os pais participantes (mais de 175 mil pessoas!).

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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