a vida quer

curry2.jpgSempre gostei de cozinhar. Na época de indecisão quanto à carreira, quando terminei Edificações no Cefet odiando os estágios em escritórios de arquitetura e ainda não tinha me rendido ao jornalismo e à escrita, cheguei a fazer aulas experimentais num curso para restaurateur. Ainda aprecio boa comida, mas não seria dona de restaurante e descobri que não é prazeroso cozinhar todo dia em casa, como dona de casa e mãe de família. Tenho sorte em ter uma empregada que gosta de cozinhar!

Mas nestes dias de friozinho outonal, volta a vontade de cozinhar e neste final de semana não foi diferente. Ontem revivi no Conversas de Cozinha uma receita que gosto muito e que os amigos mais próximos costumam “encomendar” que eu faça – não tem elogio melhor do que a pessoa lembrar daquele prato e pedir para fazermos, não é?

Contei um pouco do carê e das conservas que o acompanham, está no post Kare Raisu. Não resisti e também contei um pouco da história do curry e de seus ingredientes. Lembram-se que a história conta que as especiarias da Índia foram responsáveis pelas grandes navegações? 😉

Esta é uma receita muito simples, que, como o ratatouille do filme, agrada ao paladar justamente por relembrar comida de infância. Minha Batian não era muito fã deste prato, mas aprendi a aprecia-lo no Japão, onde é muito popular, por ser uma refeição completa, quentinha e barata. (Leia receita e história aqui)
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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