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Neste ano perdi um relacionamento da vida toda e que só ao terminar me mostrou como era mutuamente nocivo.

Não vai sem dor, mas a dor passa e um alívio surge: estou mais leve, menos oprimida e pressionada a agradar quem nunca fica bem comigo.

Desse momento, redescobri outras amizades e convívios que me eram caros, agradáveis e felizes, mas que eu até segurava a onda para não deixar avançar porque podiam magoar aquela pessoa…

Nas suas resoluções de ano novo, inclua repensar porque você se dedica a quem não se dedica a você.

E olhe ao redor para quem gosta de estar com você do jeitinho que você é. Sem críticas veladas ou abertas, sem “sugestões” de como viver seus dias, sem ciúme e sem inveja.

Evite intimidade com quem não tem os mesmos valores que você.

Amor é doação mútua.

Se precisar de troca e parecer que tem uma contabilidade das ações, não é amor, é cilada! Fuja!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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