mãe

Qual é a cola que une você? Esta pergunta, feita pela pedagoga, empreendedora e (acima de tudo) mãe Ana Maria Coelho, me fez pensar muito. Ela se assumia uma natural embaixadora da causa Pritt (Criatividade é o que se usa para construir pessoas) e nos convidava mesmo a repensar, rever e descobrir como somos a cola que une muitas coisas boas.

Sou pedagoga de formação e mesmo tendo conduzido minha carreira profissional por atividades totalmente desempenhadas dentro de empresas, costumo dizer que sou educadora por opção. Meus filhos são o meu maior orgulho e a principal motivação para minhas escolhas. Busco ser uma mãe mais do que presente em tempo, mas integral em energia, opiniões e sentimento. Oriento, converso, educo. Entretanto, por várias vezes, ainda vivo o dilema do equilíbrio entre as reuniões de pais e mestres e as reuniões de planejamento e estratégia da minha empresa.

O dilema de @anamariacoelho, que tem desfecho feliz lá no post, me lembrou outra reflexão, feita por Eliane Ceccon, de que “A vida é feita de coisas simples. Se aprendêssemos isso, seríamos muito mais felizes“.

E ela tem razão: quando o assunto é criança essa máxima se aplica com mais perfeição ainda.

“Quer ver uma criança feliz? Deixe-a correr solta, inventar suas próprias brincadeiras e amigos imaginários, se sujar de terra, fazer tatuagem com esferográfica, brincar com tinta, tudo isso vai irremediavelmente se traduzir num sorriso de orelha a orelha, bochechas vermelhas, roupas prontas para irem direto para máquina de lavar (ou lixo, quem sabe?) e um sono muito mais gostoso à noite, repleto de sonhos encantados.”

Vale ler o post da @1001roteirinhos, que com @viagempimpolhos aproveitou uma oficina de criatividade no melhor estilo Pritt há alguns dias no Rio. 😉

O que mais tenho visto nesta campanha – da qual sou orgulhosamente Madrinha – pode ser trazido na ideia de criança feliz.

Quais são os ingredientes para momentos felizes com as crianças?

Cultura, criatividade, participação.
Cultura –  a oficina fazia parte de um evento que traz obras com temática infantil, sendo uma ótima oportunidade para os pais começarem a inserir os pequenos no mundo da arte pois tanto a linguagem quanto o local da exposição(informal) facilitam a aproximação das crianças com as obra. Criatividade – entra em toda proposta da oficina que oferece os materiais mas deixa a criança livre para criar e soltar a sua imaginação! E partcipação – além das crianças, até adultos entraram na brincadeira.

E – viagem nos posts, eu sei gente – ser feliz e alegre me lembra o otimismo que é a marca registrada da escritora e mãe Aline Silva Dexheimer. Em Criando seres positivos e felizes ela disserta sobre  a realidade que nós, pais e mães, buscamos: “que nossas crianças se sintam seguras para viverem a aventura do cotidiano sem medo de ser feliz, de ousar, de mostrar (de forma criativa) o que se passa em seu interior”.

E lá no Acre, a Fernanda Ramalho e sua linda Gabi incorporaram o melhor do movimento, além de me deixar com vontade de ter uma menina que faça marcadores de livro queridos para mim também. Mãe de menino não tem estas coisas fofuchas… E a Fernanda tem toda razão ao dizer que “a melhor forma de acabar com o tédio é brincando, recortando, colando e criando”. E a ideia é esta, de que nem é preciso inventar tanto ou gastar tanto para ser presente na formação dos filhos, “um ato tão simples é capaz de unir e estreitar ainda mais o laços entre pais e filhos”.

Na brincadeira de mandar kits para algumas das mães reforçou a saudade das que estão longe dos filhotes nas férias, né @marciaceschini? Eu estou vivendo isso aqui na Campus Party , muito saudosa dos meus queridos que estão em Curitiba na casa dos avós e curtindo a corujice da tia @blogdati que posta coisas deles no Facebook.

😉

Como a Márcia, mãe do Gui (sim, o mocinho de 12 anos tem o nome do meu amor), tenho dois garotos muito inventivos e que gostam de desenhar robôs Bionicle e adoram ter materiais artísticos para suas criações. Um dos passos que a causa da Pritt busca: desenvolver cada vez mais a criatividade na criança. E acredito que, como a Márcia, que no post falava que não tem jeito para artes, muita gente acredita que não tem veia criativa porque não teve estímulo. Mas nós não vamos deixar isso acontecer com nossos pequenos artistas né?

E neste caminho da simplicidade, fecho com a foto fofa dos filhos da Patrícia, do Aqui Na Cozinha, se divertindo no calor pernambucano com o kit pritt – que algumas mães cuja relação bonita com os filhos eu já conhecia foram convidadas receberam como um convite a se engajar na causa. E que fique registrado: as mães embaixadoras são o maior presente desta causa… quanta família linda. Ver sua presença amorosa na vida dos filhos nos faz ter fé no futuro e na mudança que a educação – não só a da escola, não só a de casa, mas a dos dois lados juntos – enfim, em tudo que nós acreditamos.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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