Crescem como abobrinhas! #100coisas

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(Foto de 2005, ano da mudança para São Paulo e quando nasceu este blog para contar dos nossos passeios culturais)

Há algumas semanas busquei no armário as carteirinhas de vacinação dos meninos. Achei no maleiro e, depois de fotografar para ilustrar um post, acabei deixando-as na minha mesa de cabeceira, ato falho que estimulou muito a curiosidade deles e os papos sobre o crescimento de cada um.

Neste papo todo ajudou muito também o nascimento do meu sobrinho Vicente, no dia 30/08. Forte e robusto com 3,750kg e 49 cm, foi bem maior do que meus bebês, que nasceram pecorruchos (proporcionais à mãezinha!) com apenas 3,100kg e 48cm. Vendo o Vi crescer nestas semanas (nos falamos sempre que possível por Skype, por isso realmente “vemos” e ouvimos a família) nós fomos relembrando como as crianças da família crescem, sobretudo os nossos, que são os netos e os primos mais velhos dos dois lados, tanto do meu marido quanto do meu.

Dois desafios do 100 coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam nos deram noção deste crescimento impressionante: o desafio da marcação de altura na parede e o da árvore genealógica. Notamos como a genética influencia, mas sobretudo como os brasileiros, com sua mistura genética tão boa e diversa, permite que surpresas aconteçam. Na marcação da altura na parede Enzo, nosso filho mais velho, estava quase da minha altura e brincamos que ao final dos desafios ele poderia estar maior do que a mamãe. Maior eu não sei, mas da mesma altura, sim. Quando estamos os dois descalços em casa eu percebo que nos olhamos literalmente “olho no olho” e estamos naquele ponto desconfortável para abraçar, quando não se sabe quem coloca o braço sobre o ombro de quem… (risos).

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(Foto recente de um dos nossos passeios culturais por São Paulo)

Nem precisamos da marcação na parede para ver como cresceram e, sobretudo, se desenvolveram e amadureceram nossos meninos nestas semanas. A ideia de crescimento, que tanto nos perturba e preocupa quando eles são pequenos e fazem manha para comer e dormir na hora certa, é ainda mais perceptível em fases como esta que vivo com meus pré-adolescentes. Mas não se trata só de crescimento físico – que nesta fase, a do estirão, é realmente impressionante! – e sim do desenvolvimento psicológico e do amadurecimento emocional que notamos nas crianças. Alguns são da idade, outros reforçados por momentos especiais, como aconteceu com meu sobrinho Caio que, aos 4 anos e meio, se tornou o irmão mais velho. Ele agora adota uma postura (até física, por incrível que pareça) muito mais madura, mais próxima do menino grande que o primo Giorgio é. E é curioso notar como o paradigma muda tudo: aqui em casa Giorgio, com quase 10 anos, é o caçula, sempre pensamos nele como “o pequeno”, mas quando ele está com os primos menores ele parece um mocinho para nós!

E, como dizia meu Padrinho Maneco quando revia os meninos em Curitiba, eles “crescem como abobrinhas”. É uma plantação boa esta que fazemos com os filhos, semeadura garantida quando regada com as doses certas de amor e de limites.

Royal e AVidaQuer 100 coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam

Post da série na qual, por 20 semanas, brincaremos fazendo atividades propostas com o mote “100 coisas para fazer com seu filho antes que ele cresça“.
Acompanhe a série no @avidaquer @blogcoisademae @dica_de_mae @pontecialtweet @RoLippi e @cozinhapequena e na fanpage da Gelatina Royal que nos convidou para brincar!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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