Ding dong, credit calls
[update em fevereiro de 2012] Este sistema parece ter sido desativado! O post foi escrito em 11/02/2009 e, na época, era uma modalidade interessante e recomendável. Agradeço a compreensão dos leitores. [/update]

As mulheres sempre foram empreendedoras vendendo de porta em porta. Agora elas contam com a ajuda da tecnologia.
Toda terça tem feira aqui na rua de casa e é irresistível descer para ver a beleza da feira paulistana. Nem os gritos do tomate a 1 real e outras falas típicas dos feirantes tiram meu pique… o que me desanima com a feira é o fato de ter que usar dinheiro vivo. Habituados que somos com o dinheiro de plástico, raramente eu ou meu marido temos dinheiro (cash) na carteira. Eis que ontem teve feira e, novamente, lá fui eu usar o carro para ir ao caixa eletrônico e tirar dinheiro para poder fazer a feira. Insano e nada sustentável, eu sei. Fiquei pensando que deveria ter uma forma dos vendedores autônomos se modernizarem. As revendedoras de cosméticos são outro exemplo que também sofrem por não ter a opção de venda com cartão de crédito: ou perdem a venda porque a cliente está sem dinheiro ou aceitam cheque ou vendem fiado. Eis que ao chegar em casa fui apresentada a um produto que me mostrou que esta vida moderna está chegando aqui. Ao melhor estilo futurista da Familia Jetsons, um lançamento da Redecard vai resolver a vida das revendedoras porque possibilita vendas em cartão de crédito via celular. Chama-se Foneshop e pretende facilitar a vida das pessoas que trabalham com venda direta e que estão buscando maneiras diferentes de aumentar o valor de sua renda. Com ele, lembrando histórias que meus amigos que moram no Japão me contam há anos, nossos celulares podem se transformar em terminais de transação de crédito. A diferença é que lá se usa o sistema como débito e aqui a proposta é oferecer crédito. A promessa é transformar o celular em uma versão da máquina do cartão de crédito, permitindo que os revendedores efetuem vendas de seus produtos nos cartões Mastercard e Diners mesmo sendo door-to-door (venda de porta em porta). Eu, que todo mês compro produtos de catálogo da vizinha abaixo (a única maquiagem que não me dá alergia é da Avon), teria a vida facilitada se pudesse pagar as compras com cartão.
Pelo que pesquisei (em fevereiro de 2009), há muitas vantagens: segurança, porque os vendedores não precisam circular com dinheiro na mão e garantia de recebimento porque o valor das vendas cai direto na conta corrente (evitando os famosos cheques sem fundo). E, claro, uma coisa boa para o vendedor (e nem tanto para as shopaholics de plantão!): aumentam as vendas porque fica fácil dividir as parcelas em até 3x sem juros.Além de toda comodidade para o cliente, é muito seguro pois nenhum dado do cartão fica armazenado no celular do vendedor. Perguntei para uma amiga que é expert em segurança online e em mobilidade para saber se tem segurança mesmo. Ela me falou que é um bom sistema, confiável e lembra muito as transações que fazemos habitualmente nas máquinas de cartões de crédito e débito das lojas, usando a mesma criptografia.
Como tenho várias amigas que trabalham com venda direta (minha irmã mesmo é uma consultora de cosméticos), achei a idéia boa de divulgar e topei na hora quando me convidaram a conhecer melhor.
* Este post é um publieditorial.




