Coworking offline

“Coworking is an emerging trend for a new pattern for working. Typically work-at-home professionals or independent contractors or people who travel frequently end up working in an isolated way. Coworking is the social gathering of a group of people, who are still working independently, but who share values and who are are interested in the synergy that can happen from working with talented people in the same space.” (Wikipedia)

coworking-31-1-2008-16-47-32.jpgNa blogosfera, ainda mais com os condomínios de blogs que se formam a cada dia, reunindo blogueiros com afinidades (temáticas, monetárias ou de caráter), o coworking é “ponto pacífico”. Até quem se acha acima dos mortais por suas milhares de pageviews por dia atualmente admite que é bom estar numa rede, ligado a outros seres humanos, numa troca humana saudável e sempre profícua para todas as partes.

Mas o coworking offline nem sempre acontece, mesmo que desejemos. Tenho tentado conhecer e trazer para minha convivência contatos com os quais sinto afinidades – no meu caso, as que importam são as de valores – e, mesmo que alguns evitem isto – e é preciso respeitar e calar diante deste limite que o outro impõe – tenho tido grandes acréscimos à minha vida. Simone e Gábi são amigos que não admitimos mais não ver quando vamos a Curitiba, assim como Manu não vem para cá sem me avisar.

Coworking e relacionamentos não apenas virtuais, há uma necessidade presencial que talvez seja coisa dos “velhos” como nós, da geração que incorporou a internet nos relacionamentos já depois de adulta.

Eu estive envolvida em dois trabalhos não presenciais, uma revista do Japão (de 2001-04) e outro aqui em São Paulo entre 2006-07) e embora eles tenham me deixado ótimas lembranças e contatos, não sei se teria me mantido tanto tempo ou me portado da mesma forma se o presencial tivesse acontecido antes. Por outro lado, um pequeno gesto de simpatia que temos ao tomar um café num final de tarde com alguém pode significar uma parceria para toda vida, como também já pude vivenciar.

Então, que venha a Campus Party e como consequência dele vários espaços e grupos de coworking em 2008. 😉

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook