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“Costura que cura”. 

Gosto tanto da ideia. 

E pratico. 

Desde as primeiras férias de inverno da faculdade de jornalismo, quando fiz um cursinho de uma semana no SESC, nunca mais parei. Como sou do tipo autodidata, fiz só uns cursos (três vezes por semana, à tarde) bem baratinhos e comecei a arriscar moldes de revista 😉

É um hobby e uma atividade que equilibra meu trabalho tão intelectual. 

Fiz meu próprio vestido de noiva, o enxoval dos bebês, amo fazer novas cortinas e almofadas. 

Recomendo sempre a terapia #costuraquecura pelo empoderamento de fazer sua própria roupa, de terminar um projeto, de ser bem sucedido 🙂

Pois é, lugar de mulher é onde ela quiser. 

Por que não pilotando uma máquina de costura? 

P.S. Ficou curioso? 

Postei no @maecomfilhos uma costura minha hoje de manhã 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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