Concordar, discordar, conversar… respeitar!

Concordar, discordar, conversar. Tudo isso deveria ser natural, mas ultimamente as conversas esbarram em uma exigência de que tomemos um “lado”.

Não há dois seres humanos absolutamente iguais em pensamento, sentimentos e história de vida, portanto, sempre encontraremos diferenças de opinião. E elas não deveriam jamais significar rupturas entre amigos, mas tem sido assim desde as últimas eleições.

Que tristeza!

Eu mesma, por comodidade, tenho evitado (desde o impeachment da presidenta) algumas pessoas que sei que não conseguirão deixar suas escolhas serem só suas e exigirão que eu pense parecido, forçando as conversas até me dobrarem.

Sou como bambu, suporto bem as intempéries, mas para quê arriscar rachar, né?

Prefiro me calar a brigar – embora eu saiba que, por DNA e por criação, nasci uma lutadora.

E aí, como se passou o primeiro mês dos novos governos? Está conseguindo refazer os laços perdidos ou deu alguns por finalizamos?

Que a paz esteja por aí, pelo menos no seu coração, como está no meu.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, casada, mãe de 3, jornalista no @avidaquer @maecomfilhos @biblianafamilia.

Comentários no Facebook