educação / mãe

Situação com a qual me deparei ontem, quando os filhos trouxeram as provas do mês: #aos8 triste e reclamando porque a professora escreveu numa questão da prova de interpretação de texto (em Língua Portuguesa) “Na sua opinião” e quando ele deu a opinião ela não concordou e zerou a questão. Ou seja, ele perdeu nota, mas, segundo seus argumentos (acho lindo ter argumentos aos 8, no quarto ano) ele fez o que foi pedido. E  aí fico a pensar: como fazer para conversar com a professora, no começo do ano letivo, sem criar um climão?
Escrevi uma longa carta, escrita à mão, como podem ver, perguntando como eu poderia ajudar meu filho a atender adequadamente a esta área de atividades na disciplina dela. Contei que lemos muito, tanto gibis quanto livros infantis, e que na conversa informal comigo depois da leitura ele sempre tem uma capacidade boa de interpretação do texto e de síntese da leitura e da mensagem da obra, daí meu espanto com a nota baixa (5,0) na prova.
Tirei foto e estou postando aqui para perguntar a vocês, queridos leitores, como vocês agiriam nesta situação de relacionamento com a escola. Tem alguma fórmula que já usaram e que funcionou – e tem algumas dicas do que “não” fazer?
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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