cultura web

Há alguns dias recebi um telefonema cheio de mistérios. Era uma agência e pedia duas coisas: que eu aceitasse receber em casa uma encomenda e que reservasse uma data na agenda para um compromisso. Não podiam dizer mais nada, sequer me falar que agência era sob o risco de “estragar” a surpresa. Eu, curiosa como sou, aceitei na hora!

Dias depois eu estou num seminário e meu marido (o que aparece como Guilherme Nunes no filme!!) me avisa (por Twitter, onde fui vendo outras figuras envolvidas na brincadeira) que chegara um pacote em casa para mim. Pedi para abrir e me contar. Era o cartaz de um filme e, em destaque, tinha meu nome como uma das protagonistas da história. Ao ver o elenco – @meninaquejoga @gabibianco @mobilon @jonnyken @ericmessa – comecei a imaginar que história era aquela. Tinha a ver com tecnologia, me dizia a intuição, pois o mote da campanha era o filme em que nós estaríamos em 3D (#vcem3D). Mas podia ser cultura, pois junto com cartaz veio um feliz exemplar de 1001 filmes para ver antes de morrer… E depois disso rolaram muitos papos na web entre os participantes para descobrir do que se tratava o projeto de Dado di Ducchesi, a figura à frente da Circus Filmes e que produzia o filme Plano D.  Cada tuiteiro tinha sua url e nela via números, convertidos em letras graças a uma tabela publicada em Twitpic, que gerava uma mensagem e ajudaria Dado a encontrar o final do roteiro, escrito por seu pai e um sócio, desaparecidos ainda na sua infância.

Percebem como a “ação” envolvia vários elementos de transmídia? Foi isso que nos manteve ligados e encantados com o projeto até a noite de terça, 21/09, quando os convidados se reuniram num evento e puderam terminar de decifrar o mistério em conjunto, ao vivo e a cores. Ou em 3D, afinal, como se mostrou no final da noite, a campanha era o lançamento da TV 3D da LG – e a primeira a decifrar a história, Milena Wiek (a @meninaquejoga), foi a ganhadora do prêmio da noite, a própria TV.

Por acaso na tarde da revelação eu estava num bate papo com um grupo de alunos do curso de Multimeios da PUC SP e comentei en passent cases de usos de ferramentas multiplas para atender um cliente. Apesar da garotada estar ligada em vídeo (outros em design e, desta leva, uns poucos em hipertexto), tentei demonstrar para eles que o bom profissional da geração deles tem que sair da faculdade como early adopter assumido, beta tester de novas tecnologias (e se possível de gadgets) e alguém capaz de enxergar possibilidades inusitadas do uso de tecnologias diversas, numa relação de intimidade e “promiscuidade” das mídias. Fazer vários projetos para o mesmo cliente e apenas linka-los com o mesmo nome ou a mesma url já não basta… não é mesmo?

#ficaadica então para quem me ouviu na PUC do modelo usado pela Sinc para a novidade da LG como modelo para se inspirarem. 😉

P.S. Para quem quiser entender a história:

O início

A aparição de Manas

O lançamento

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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