cidadania

Hoje de manhã escutei Gilberto Dimenstein no Capital Humano, sua coluna da CBN, falar sobre a redução de locadoras em São Paulo. Caiu de 12 mil em 2006 para 8 mil no final de 2007. Senti isso: a locadora aqui de perto (que não era pequena) fechou e eu nem notei, de tanto tempo que fazia que não parava lá. Com tanto filme barato à venda e a opção de pay-per-view na TV a cabo ao alcance de uma simples senha no controle remoto, a locadora se tornou obsoleta.

Mas o que pesa para esta mudança é a popularização dos computadores no Brasil. É, infelizmente, os filmes piratas ainda são os mais populares e não falo só dos comprados no camelô, aqueles que baixamos da internet entram na mesma conta. (Não estou criticando quem baixa, tenho um passado de “telhado de vidro ” neste quesito também)

Segundo li na Reuters, “a penetração de microcomputadores no Brasil deve dobrar nos próximos três anos, de acordo com uma estimativa divulgada nesta quinta-feira pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Até 2011, um em cada dois brasileiros terá um computador, segundo o estudo”.

Atualmente 26% dos brasileiros têm computador, o que supera a média mundial, de 21%. Só entre janeiro e abril deste ano 5 milhões de computadores foram vendidos, sendo um terço notebooks e dois terços computadores de mesa.

E ainda tem quem acredite que a internet e a experiência de selecionar noticias de interesse em blogs não é uma tendência que vai pegar aqui!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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