Como seria nossa vida sem a internet? Sobre as respostas na coluna de @cronai ;-)

Além da profissão e da estatura, descobri que tenho três coisas em comum com a jornalista Cora Ronai, figura que admiro desde que me entendo por gente. Amamos fotografias e vemos o bem em coisas simples, sem deixar de lado o chamado bom gosto. Ao conhecê-la, em passent num happy hour com amigos em comum na Lagoa (no Rio) há algum tempo, percebi que, se não fosse a internet, o Twitter e o Instagram, eu não descobriria as afinidades pessoais com ela, tampouco teria a terceira coisa em comum, que é a grande riqueza que as redes sociais me dão: bons amigos virtuais capazes de se tornarem reais.

E por que falo da Cora? Neste final de semana uma destas amigas virtuais me acusou que um tuíte meu estava na coluna dela. Ao ver lembrei que eu entrara num papo iniciado por @cronai (o nickname da jornalista no Twitter) perguntando como viveríamos sem a internet hoje.

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Minha resposta veio mais pro final da thread e já cutucava aqueles “apocalípticos” que diziam que sem a internet e as redes sociais viveríamos mais, teríamos mais tempo livre, leríamos mais, etc e tal…

Entusiasta como sou desta rede – e no texto vejo que esta é uma outra afinidade com a jornalista que tanto admiro – saí logo defendendo minha paixão e disse que “gastaríamos este tempo livre ligando ou escrevendo para os outros ou procurando notícias”.

Convenhamos, graças à internet (e atualmente mais ainda à mobilidade), hoje estamos em contato constante com o mundo próximo ou distante.

Hoje pela manhã postei no Facebook uma foto do Rio de Janeiro visto do Parque da Cidade em Niterói. Amigos de internet que se tornaram próximos e eu já “desvirtualizei” curtiram, assim como minha irmã, que eu visitava, comentou junto com uma amiga queridíssima que mora no Colorado e é uma brasilianista. Isso puxou um papo sobre uma viagem que queremos fazer para apresentar nossos filhos – somos amigas de escola, de quando ela morou no Brasil na adolescência – e é o Facebook que nos permite esta conversa próxima de volta, a mesma que tentamos manter com muitas cartas e raros telefonemas.

Quantos de nós não consegue lembrar, em poucos segundos, de vários queridos que a internet trouxe (de volta ou como novidade) e de coisas que aprendemos, leituras incríveis até fazemos, fotos e vídeos que passariam longe da nossa vida sem a rede.

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E as inúmeras causas que podemos conhecer e efetivamente nos engajar porque temos a internet? Elas são a verdadeira mudança que, como seres humanos, sempre desejamos promover em conjunto e nem sempre encontramos a estação perfeita de “momento, oportunidade e pessoas”.

Agora lançamos a isca (como Cora fez com sua pergunta), reagimos às respostas e nos regozijamos coletivamente com casos como o charity:water citado no artigo. Como da menina Rachel, que estimula pessoas a doarem dinheiro para caridade em troca dos presentes em seu aniversário, nós podemos encarar o melhor da “Vida Online” e usar nosso tempo e nossa rede para promover o Social Good, um movimento usa a internet para inspirar pessoas a doar seu tempo e conhecimento às que necessitam deles.

#SimplesAssim 😉

P.S. Agradecimentos à Melissa Machado que me avisou do texto e mandou a foto da coluna que posto aqui. 🙂

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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