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Uma piada entre meus amigos é dizer que, quando surge uma novidade da Netflix, “acabou a vida social”. O serviço de streaming mudou o cotidiano, mexeu para sempre no mercado de entretenimento e está mudando os números globais de uso de internet.
Há poucos dias, na Consumer Electronic Show (CES 2016), a Netflix afirmou que espera acrescentar cerca de 6 milhões de usuários nos primeiros três meses de 2016, devido à expansão de seu serviço a 130 novos países. E contou que em 2015, os “apenas” 75 milhões de membros assistiram a um total de 42,5 bilhões de horas de filmes e séries na plataforma digital.
Reed Hastings, executivo-chefe da companhia, declarou em Las Vegas que a empresa trabalha também para ampliar seus serviços à China, que não entrou na lista, e mencionou que entre os novos mercados estão Rússia, Índia, Vietnã, Cingapura, Polônia e Nigéria.

Hastings created the world's largest video store: Netflix (NFLX). From the beginning, though, he realized that the days of the DVD were numbered, and he has been positioning the company to deliver more of its movies digitally. Netflix's partnership with Roku to develop a $99 set-top box has gotten rave reviews for its simplicity, making thousands of Netflix movies accessible instantly.

 
Já pensou no que isso muda a sua vida?
No mínimo muda a forma como as marcas veem você como consumidor. Com o Netflix e serviços semelhantes (aqui no Brasil, Globo e Record já têm sistemas para vermos videos pela internet), os anunciantes sabem exatamente quem está vendo o quê, onde, quando, além de terem o perfil da audiência, com dados como idade, sexo, cidade onde vivem e até uma noção do padrão de vida, pois há assinaturas diferentes.
Por isso, o mercado de streaming de vídeo mudará a forma como consumimos mídia e operadores em todo o mundo terão que encontrar soluções de Big Data e de inteligência de negócio sempre à mão para entender o comportamento de seus assinantes que muda constantemente.
 
Há outros serviços (nos EUA o Amazon e a HBO), mas segundo o relatório “Fenômenos da Internet Global”, o Netflix continua a liderar entre os serviços na internet mais demandados. Vídeos como os da série “House of Cards” consomem 34,9% do tráfego de dados durante a noite. A fatia do YouTube, serviço do Google, durante esse período é 14%. Juntos, os serviços “comem” 48,9% do fluxo de dados na região.
house of cards 3 temporada
E você, já se rendeu ou ainda vê TV de um jeito antigo?
 
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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