Como o IDEB e ENEM podem ajudar na escolha da escola?

Não é fácil encontrar uma nova institução – pública ou privada – para atender nossos tesouros, não é mesmo? Lembrei de uma orientação que vi no blog do Eu, você e todos pela educação que dizia que na hora de escolher a escola de seu filho ou de fiscalizar a aprendizagem, informações nacionais coletadas pelo Ministério da Educação (MEC) e divulgadas no IDEB podem ajudar.

Duas perguntas surgem para a maioria de nós: o que é exatamente o IDEB e onde eu acho estes dados?

O Ideb foi criado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2007, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Ele é calculado com base na taxa de rendimento escolar (aprovação e evasão) e no desempenho dos alunos no SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) e na Prova Brasil. Ou seja, quanto maior for a nota da instituição no teste e quanto menos repetências e desistências ela registrar, melhor será a sua classificação, numa escala de zero a dez. O mecanismo foi muito bem avaliado por especialistas justamente por unir esses fatores. Sendo assim, se uma escola passar seus alunos de ano sem que eles tenham realmente aprendido, por exemplo, isso ficará claro a partir da análise do desempenho dela no Ideb.

Ele ajuda e muito, mas, de acordo com a secretária de Educação Básica do ministério, Maria do Pilar Lacerda, não basta ficar atento aos números. “É importante olhar o Enem e o Ideb, mas também é fundamental verificar qual é o currículo, a formação dos professores, se os alunos têm aulas, se a carga horária é completa. As famílias devem se informar sobre as condições de funcionamento da escola”, aponta.

“O Enem tem muito impacto na escola privada e o Ideb tem mais impacto na escola pública”, afirma Reynaldo Fernandes, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – órgão responsável pelas avaliações nacionais. Os dados do IDEB podem ser vistos aqui. E o ENEM tem dados consolidados no seu site.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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