Como fazer amigos e influenciar pessoas

como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas1Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas é um clássico dos relacionamentos pessoais e um dos primeiros best sellers de auto-ajuda de que ouvi falar. Lançado em 1937 pelo escritor americano Dale Carnegie, palestrante especialista em relacionamentos pessoais,  livro sempre me chamou atenção na biblioteca de casa. Cheguei a folhear algumas vezes no ginásio, época em que pensamos seriamente na necessidade de fazer amigos e ainda não sabemos que influenciar pessoas pode ser o diferencial das nossas vidas.

Foi o título deste livro que me passou pela cabeça ao ler uma matéria no G1 semana passada que comentava (e traduzia) dicas do colunista Don Reisinger do uso das ferramentas 2.0 que adicionam valor à rede de contatos. Reisinger tem um blog que me lembrou um bocado o Não Zero do @jasper e o blog do @tiagodoria nas pautas (não no desenvolvimento dos temas,  @jasper é historiador, @tiagodoria é jornalista e @donreisinger é da área de TI). Diria que são leituras complementares, todas atentas à popularização das redes sociais e à aplicação de recursos web 2.0 em corporações que formam opinião.

O G1 também tratava da criação de “melhores práticas” entre os usuários do twitter. Será o twitter o novo espaço profissional ou será apenas a fase inicial de popularização que o torna elitista como já foram o mIRC e o orkut?

Como escreveu o @antino ao afirmar que o orkut é brega e a moda agora é o twitter:

Existem duas grandes vantagens no Twitter. A primeira é que as pessoas obrigatoriamente escrevem pouco, assim elas conseguem ser mais diretas. A outra é que o usuário escolhe quem vai seguir. Se alguém que você segue está falando muita bobagem, é só tirá-lo da sua lista e pronto.

Sinto que devemos, digamos, “tropicalizar” as dicas de Reisinger. Se a proposta inicial do Twitter era que os usuários escrevessem o que eles estavam fazendo naquele instante, não creio que seja um pecado mortal dizer o que estamos fazendo nem tampouco combinar programas com os amigos, duas práticas que ele abomina. O twitter substitui bem o MSN e para as coisas diretas, que não são de interesse coletivo, podemos usar as direct messages. Curioso é que mesmo Reisinger diz que as pessoas querem feedback sobre o que escrevem na rede social. Elas estão lá para serem ouvidas e, para mostrar que você está ouvindo, nada melhor do que responder aos microposts vez ou outra. Como quase tudo na vida, é um desafio encontrar o equilíbrio, o caminho do meio, mas é algo que podemos alcançar com boa vontade, observação e maturidade.

Hoje estive no Moblin Day, um evento da Intel que trazia novidades de desenvolvimento para dispositivos móveis, e lá uma pessoa me reconheceu e me encontrou. @daltonro se apresentou como um seguidor do twitter, mas, ao conversarmos, percebi que foi o fato de estarmos também na rede profissional do Linkedin um do outro que facilitou a conversa e o encontro de temas em comum nas nossas atividades de trabalho. Enfim, o que conta é saber mesclar as redes e, acima de tudo, mantê-las ativas de verdade, interagindo com interesse pelo outro. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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