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Não é de hoje que eu sou entusiasta do Business Model Canvas (BMC). Difundido entre organizações de todos os portes, me lembra de projetos e de planos que fazia nos quadros de recortes que ficavam sobre minha mesa de estudos na adolescência. Quando leio sobre BMC acho que minha comparação não é tão descabida.

Usada principalmente por empresas nascentes, em especial na fase mais básica do planejamento do negócio, a idéia da “tela” de pintura (a palavra em inglês é usada para designar o tecido de uma tela de pintura, dentre outros) remete ao que desejamos rascunhar e posteriormente concretizar num negócio.

Neste sentido, gosto de pensar neste modelo que permite que empreendedores e estrategistas definam o modelo de negócios da empresa de uma forma simples e visual.

Somos visuais como seres humanos e, depois de um bom tempo simplesmente teorizando e fugindo desta natureza imagética, é bom ver uma ferramenta visual e intuitiva sendo usada, relacionando as informações de uma forma sistêmica, integrada e rápida.

E em que momentos o Canvas é mais útil? Creio que na fase de pensar se o negócio é viável, quando começam a surgir dezenas de dúvidas sobre seu projeto e sobre o que é preciso pensar na hora de planejar o negócio.

Como ferramenta de planejamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes, o Canvas ajuda a criar um mapa visual pré-formatado para organizar seus pensamentos.

business model canvas

A ideia se baseia em nove blocos:

  1. Proposta de valor: o que sua empresa vai oferecer para o mercado que realmente terá valor para os clientes;
  2. Segmento de clientes: quais segmentos de clientes serão foco da sua empresa;
  3. Os canais: como o cliente compra e recebe seu produto e serviço;
  4. Relacionamento com clientes: como a sua empresa se relacionará com cada segmento de cliente;
  5. Atividade-chave: quais são as atividades essenciais para que seja possível entregar a Proposta de Valor;
  6. Recursos principais: são os recursos necessários para realizar as atividades-chave;
  7. Parcerias principais: são as atividades-chave realizadas de maneira terceirizada e os recursos principais adquiridos fora da empresa;
  8. Fontes de receita: são as formas de obter receita por meio de propostas de valor.
  9. Estrutura de custos: São os custos relevantes necessários para que a estrutura proposta possa funcionar.

Gostou? Percebeu que ss ideias representadas nos blocos formam a conceitualização do seu negócio, ou seja, a forma como você irá operar e gerar valor ao mercado, definindo seus principais fluxos e processos, permitindo uma análise e visualização do seu modelo de atuação no mercado?

Então arregace as mangas e mão na massa!

🙂

P. S. Quer saber mais? Aqui tem um PDF interessante com instruções práticas. E também indico uma cartilha de Canvas com download gratuito.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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