Communityschooling e unschooling #vivoeduca

Hoje passarei o dia no  Seminário A sociedade em rede e a educação. Pela manhã, às 9h, acontece o debate Experiências globais de aprendizagem em rede, com Sanghamitra Iyengar (Samraksha – Índia), Wiseman Jack (CIDA – África do Sul), Susan Andrews (Instituto Visão de Futuro – Brasil) e Reinaldo Pamponet (Eletrocooperativa).

A sociedade em rede permite que conexões paritárias sejam melhor desenvolvidas, abrindo novos fluxos de evolução. Uma outra novidade nesse mundo é o papel do Hemisfério Sul no redesenho do novo contexto global. Como devemos gerar essa conexão com a África do Sul e Índia para trocarmos experiências concretas? Como essa conexão pode nos trazer outras possibilidades expansivas? O que devemos compartilhar? O que devemos desaprender? O que devemos re-aprender? Qual o nosso papel no processo de aprendizagem do mundo? Como o telefone celular tem ajudado o processo de aprendizagem?

E às 11h vamos pensar juntos as Comunidades de Aprendizagem em Rede (Communityschooling) com Jay Cross e Paul Pangaro e comentários de Luiz Algarra e Volney Faustini. Educação comunitária é aprendizagem comunitária ou ensino comunitário? O que são comunidades de aprendizagem hoje? Quais os exemplos que podem ser evocados? Communityschooling é unschooling? Qual o futuro do communityschooling?

O “unschooling” é um dos métodos do “homeschooling” e vem sendo muito bem aceito em famílias norte-americanas. Como funciona? Se no homeschooling as crianças não vão à escola para aprender porque todo o ensinamento acontece em casa, no unschooling as crianças são livres para seguir seus próprios ritmos de aprendizado. 

“Aprender simplesmente se torna parte natural de todos os dias. A criança decide o que quer fazer a cada dia, ir à biblioteca ler sobre baleias ou realizar experimentos científicos na cozinha o dia inteiro. Conforme essas crianças ficam mais velhas, podem integrar em seus horários, aulas e cursos externos. O importante é que o aluno esteja realmente controlando seus horários e fazendo os ajustes necessários para cumpri-los. Como observa um aluno que não freqüentou escola: “estou planejando o que fazer. Tenho um enorme senso de comprometimento com o que estou fazendo. Em vez de me dizerem o que e quando fazer e ser jogado de uma atividade pra outra, eu tenho de escolher”. Com essa escolha vem a responsabilidade da logística de planejar e integrar seu horário nos muitos compromissos da família, fazendo desta a lição fundamental sobre gerenciamento do tempo. Os pais estão à disposição para dar apoio. Eles ajudam a manter e a encorajar um ambiente de aprendizado real e enriquecedor, respondem perguntas e agem como uma fonte de idéias, mas aqui a criança é quem está no comando.”

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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