conversas de cozinha / destaque

Ando sem tempo, queridos, mas com tantas leituras, insigths, divagações e conversas (algumas presenciais, afinal tenho tido oportunidades incríveis de encontros ao vivo ultimamente, como os da ação #osegredoécarinho) que acho que vou inaugurar uma seção de “rapidinhas do dia” por aqui.

Hoje  o insight era meio “conversas de cozinha” (o nome do meu blog onde desde 2006 falo sobre comida e as coisas boas da vida) sobre o uso de caldos de carne industrializados.

Quem me segue nas redes sociais sabe que das coisas que eu evito ao máximo terceirizar na vida familiar está a alimentação.

Organizei meu trabalho de forma que diariamente eu ou meu marido possamos preparar pelo menos uma das refeições em casa, com ingredientes frescos e comida feita na hora. Dá trabalho? Mais ou menos. Como eu sou muito prática e rápida, toma o tempo de ir ao restaurante em família e com certeza traz mais benefícios nutricionais, psicológicos e afetivos. O custo, admito, não é tão reduzido porque a gente gosta de comer bem e não costuma economizar na qualidade do que coloca à mesa, mas até neste quesito compensa comer em casa a comida que a gente faz com ingredientes frescos, preparada na hora, com amor!

Daí cheguei no udapte que vi nesta manhã e na minha opinião sobre a disseminação de caldo industrializado, sobre a pretensa facilidade deste produto – e eu fui criada com tablete de caldo para dar sabor em tudo, minha mãe usava muito e até hoje gosta, por isso posso falar: “sobrevivi e escolhi diferente” – e sobre os conselhos para fazer comida em casa e congelar.

Em primeiro lugar, preciso dizer que caldo pronto não faz parte das minhas compras de supermercado. Não é nem crítica, nem apologia, é uma escolha minha e do meu marido, que, diferente de mim, não foi criado com comida ou temperos industrializados – minha sogra fazia do molho à massa do macarrão em casa e não me perguntem como ela arrumava tempo para isso, ser professora, ter 4 filhos, um casamento apaixonado e ainda ser linda, magra e não ter cabelos brancos! O fato é que eu sou testemunha de que ela fazia tudo isso e muito mais!

(voltando aos seres humanos normais…)

Eu gosto do cheiro de comida no fogão e faço caldo todo dia.

Também costumo congelar caldo de carne caseiro sim, não em forma de gelo, porque esta “coisa aberta” me incomoda”, mas em pequenos potes estilo tupperware (compro na Liberdade uns japoneses bem firmes e pecorrruchos, só para isso) e guardo o caldo já reduzido, mas numa quantidade que já traga a umidade necessária.

É tão fácil, tão saboroso, que não entendo que não seja o hábito de todas as familias.

Mas…

Acho que o mais importante quando a gente fala em sabor é reforçar outras duas coisas:
– a delicia de comer comida fresca, inclusive caldo de carne feito no dia
– o prazer de descobrir outras formas e sabores para trazer nutrientes aos pratos que preparamos e saboreamos em família

E o sódio?

Olha, a gente precisa de sódio para viver sabem?

O que não precisamos é de realçador de sabor, conservantes, açúcar para reforçar o sabor do sal (absurdo, mas é assim, como nos bolos de caixinha ou vendidos prontos!), aromatizantes, corantes artificiais, acidulantes, etc. 

Quando fazemos uma pausa na correria e prepamos a comida em casa, na hora, pode ficar menos saboroso ou até menos glamuroso (sei lá, as minhas ficam lindas, tanto que encho o instagram do @conversasdezinha com meus orgulhos culinários!), mas fica com apenas aquilo que a gente queria comer. Por exemplo, receitas de caldo caseiro dizem para colocar salsão e eu detesto. Mas no meu tem sempre  abóbora e vagem, que tem muitos aminoácidos. Ou seja, o legal é que cada um pode colocar a sua receita, o seu carinho, o seu jeito!

Qual o seu jeito de trazer saúde para o cotidiano? Conte para mim!

P.S. Para quem quer aprender a fazer caldo caseiro e congelar, aqui tem um video com passo-a-passo.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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