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Hoje a dica para as férias vem daqui de casa. Pelo terceiro inverno nós optamos por colocar os meninos na colônia de férias que uma academia oferece em convênio com a escola e tem sido uma grata surpresa a cada ano. O principal é que as crianças vencem a “inércia do sofá” – bem natural no inverno, ainda mais neste ano que está bem frio – e de quebra são iniciados em novas atividades esportivas, o que sempre traz ganhos.

Colônia de férias

Já fizeram tênis, capoeira, judô, natação, esgrima. Nem todas se transformam em práticas depois – tênis e capoeira não vingaram no “pós-férias” aqui, apesar do entusiasmo na época da colônia – mas todas se tornam menos distantes, mais palpáveis e permitem aos meninos ousar ir além e começar a pensar fora da caixa sobre as atividades físicas e lúdicas que normalmente se pratica na escola ou no clube.

Neste ano a colônia tem uma novidade bem simpática: imersão cultural. A príncípio todos estranhamos, mas ao participar das atividades (que incluem teatro, dança e gincanas) tendo o inglês como língua corrente (claro que com alguma ajuda do português) as crianças são desafiadas a ir além. Meu filho mais velho está aproveitando muito e o caçula empolgado com a chance de se igualar ao irmão.

E onde eu acho algo assim?

Por razões de segurança eu não costumo publicar os locais onde os meninos fazem as atividades, mas se você se interessou, tenho uma dica que veio de uma leitora do blog que está acompanhando o especial de Férias. A Laura Vitto contou que uma escola de idiomas está oferecendo Colônia de Férias gratuita no mês de julho, com atividades que me pareceram bem legais: jogos educativos, brincadeiras com música, oficinas de pintura, culinária, além de apresentação de filmes e exposições de arte.

Vale mesmo a pena o investimento?

Para quem tem filhos maiores, eu diria que vale sempre planejar uma atividade diferente assim nas férias. As escolas dos meninos nunca tiveram opção de colônia de férias, então eu não fazia esta opção, mas observo que esta chance de novos ares, colegas diferentes e desafios fora da rotina são bem positivas para os dois nesta fase – frequentam desde que o caçula tinha 6 para 7 anos, sendo que hoje estão com 8 e 11 anos.

P.S. Ah, queridos leitores, não se assustem: o blog está com um background publicitário por um mês, tá? Ficou bem bonitinho com a cor sólida e está me animando (muito) a aproveitar o prazo e em agosto colocar um layout novinho por aqui.
🙂

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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