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Confesso que troquei boa parte das minhas conversas no Instant Messenger pelo Twitter, que eu carinhosamente chamo de MSN Coletivo. Tenho até me informado nele, aproveitado dicas, notícias e idéias que os seguidores e seguidos passam. Sabem como funciona, né?

Você tem um perfil, escreve pequenos textos com até 140 caracteres (com direito a links externos que ajudam muito na troca) e passa a ter pessoas que seguem (acompanham) o que tecla lá. A idéia original era contar “o que você está fazendo agora“, mas acabou tendo várias faces. Seguidores e seguidos fazem uma rede social e a troca é uma característica do brasileiro.

Acompanho também mães twitteiras e blogueiras norte-americanas e noto que elas realmente contam o que estão fazendo… se fazemos isso aqui vamos perdendo os seguidores. Aliás, já perdi vários porque acham que eu dou muitos “replies” (respostas), quer dizer, eu twitto muito. Aqui entra o assunto do meu post. Tem várias ferramentas na web que ajudam o usuário de twitter.

Com o qwitter é possível saber quem deixou de seguir seus passos e ser inclusive informado do último post que o seguidor leu. Teoricamente entenderíamos porque ele nos abandonou! Eu tenho uma facilidade para criar vínculos com as pessoas e por isso fico até triste quando deixam de me seguir… mas eu supero, bola prá frente! Ontem um dos “seguidores que sigo” me mandou uma direct message (uma mensagem via twitter mas que é particular) avisando de um post com resumo de um trabalho que fez no Twitter. Ele testou vários dos serviços para twitteiros e listou no post a utilidade deles citando ferramentas de análise e estatística de uso (como: TwitterCounterTwitterGrader ReTweetRank) e interfaces  TwhirlTweetDeck, Twitterfox, Twitbin. Mais interessante, porém, é o fato de Eduardo analisar esta rede social. Já ouvi vários comentários sobre Twitter, elocubrações do porquê da sua inserção tão boa no meio mais maduro (e do descaso com que o tratam os adolescentes). Gostei e ficarei atenta a novas reflexões.  captura-de-tela-inteira-07012009-182902bmp

Eu twitto usando o TweetDeck. É prático, clean, não incomoda (como outros similares) e ainda me permite deixar na mesma janela abertas colunas para acompanhar todos que sigo, amigos favoritos, as replies, direct messages, tweetscoop (que me deixa saber quais os temas que estão bombando no twitter no dia, numa nuvem de tags) e fazer buscas por tema ou tag. Por falar nelas, me indicaram uma ferramenta legal: Retweetradar – “tudo que é ‘retuitado’ tem relevância especial. Se eu passo adiante é porque tem valor.” E este aplicativo rastreia o que se retwitta e publica uma nuvem dos termos (tags).

Tag é a etiqueta, uma palavra ou expressão que é usada para identificar determinado assunto. Usamos muito as tags para fazer a cobertura de eventos ou apenas para falar de temas do momento, como foi um show daquela semana. Duas tags são características do twitter brasileiro em 2009: #prontofalei, usada para desabafos, e #comofas, que deixa claro que esperamos ajuda para alguma coisa. Depois de #comofas ninguém mais lê manual de nada.  Ontem descobri o Twitterholic e descobri que sou a 33a de São Paulo. Não falta mais nada… agora podemos medir, just in time, o quanto somos viciados no Twitter. E você, é twitteiro? Avisa aí seu nickname lá para eu conferir se estou te seguindo!

😉

[Se você se interessa pelo microblog, aqui tem vários posts sobre o tema]
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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