Chega de bullying #blogagemcoletiva

Não sei o quanto já falei do tema aqui – e ainda falarei muitas vezes mais, tantas quantas for necessário. E faço questão de aceitar o convite da Vanessa, do blog Mãe é tudo igual, e me juntar à mobilização de pais, professores e a sociedade na blogagem coletiva Chega de Bullying. Se você também quer reforçar o coro, basta seguir as instruções que estão neste link e publicar sua opinião sobre o tema e chame a atenção de seus leitores para esta prática absurda. E os participantes participarão do sorteio do livro da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, Bullying, mentes perigosas nas ESCOLAS (da editora Fontanar).

Desde O que fazer ou Como reagir? escrito em 2006, já fiz tanto post sobre Bullying aqui no blog que não sei escolher. Os mais recentes são:

Temos vários posts publicados no Mãe com filhos sobre o bullying:

Minha contribuição é indicar os excelentes posts da revista Nova Escola, que na sua última edição tem um especial sobre o Cyber Bullying:

Pesquisa realizada em 2008 em seis estados brasileiros apontou que 70% de 12 mil alunos consultados afirmaram ter sido vítimas de violência escolar. Entre as formas mais comuns, está o bullying, comportamento que inclui atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro. Nesta página, você encontra reportagens, artigos e sugestões de leitura para saber mais sobre o que está por trás deste problema e como enfrentá-lo de forma eficiente.

  • O que é bullying? – Atos agressivos físicos ou verbais só são evitados com a união de diretores, professores, alunos e famílias
  • Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinal – Esse tipo de violência tem sido cada vez mais noticiado e precisa de educadores atentos para evitarem consequências desastrosas
  • Como lidar com brincadeiras que machucam a alma – Veja como acabar com o problema na sua escola e, assim, tirar um peso das costas da garotada
  • Bullying contra alunos com deficiência – A violência moral e física contra estudantes com necessidades especiais é uma realidade velada. Saiba o que fazer para reverter essa situação
  • Cyberbullying: um massacre virtual – Alguns adolescentes usam a internet para agredir professores. Isso não é brincadeira, é crime. Evite-o ou defenda-se
  • As crianças diante dos dilemas morais – Distinguir entre certo e errado e agir segundo princípios éticos depende do desenvolvimento da cognição e da afetividade de crianças e jovens
  • Educar sem rótulos – Os juízos de valor são usados no convívio em classe, nas relações com a família e até nas avaliações, mas é melhor fugir dessa prática
  • Quietinho ou solitário? – Por trás daquele comportamento impecável de aluno que não abre a boca e nunca se mete em confusão, pode existir uma criança solitária. Ampará-la é mais fácil – e importante! – do que você imagina
Você pode gostar também de ler:
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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