ChatON conseguiu a proeza de reunir meus amigos de diferentes sistemas operacionais

Novidade da semana que está aliviando muito da ansiedade de mãe de pré-adolescentes e, de quebra, me apoiando muito na condução à distância das atividades do escritório: o ChatON.

Quem primeiro começou a usar foi um dos estagiários da Otagai, que instalou no seu Galaxy Mini. Aliás, aqui temos um grupo super fiel à série Galaxy, pois outros dois aparelhos – Galaxy S2 e Tab2 – da Samsung estão sempre nas mesas e geram papos sobre as maravilhas do mundo Android. Em casa tenho outro fiel usuário, meu filho de 12 anos que ama seu Tab, com o qual faz tudo, até usar telefone com o fone sem fio.

Por isso um serviço de bate-papo para dispositivos móveis capaz de funcionar em várias plataformas, como Android, iOS e BlackBerry caiu como uma luva para minha rotina. Posso conversar o tempo todo com meus filhos (sem ficar ligando, aquela coisa chata de mãe pegando no pé), com toda facilidade de “conversar” compartilhando recursos multimídia. Meu caçula sabe que pode me mandar fotos do que quer ver (outro dia foi um lanche diferente para escola, antes de colocar na mochila ele me mandou foto para eu dizer o que achava!) e os meninos trocaram pequenos vídeos com a maior facilidade.

Aqui no escritório é a mesma coisa: adorei o recurso de chat coletivo, que me permite fazer pequenas reuniões quando estou fora em eventos ou em trânsito, sem precisar ligar o computador. Ainda estou começando a descobrir outras ferramentas, como o compartilhamento de contatos e agendamentos do calendário.

Você vai dizer: ora, meu celular ou tablet já faz isso há tempos!

Ora, o meu também!

O que me encantou foi a possibilidade de manter o contato próximo com usuários de dispositivos de vários modelos, marcas e sistemas operacionais. A promessa (que não conferi, pois uso outro sistema operacional) é de que usuários de PCs poderão trocar mensagens com donos de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Para a molecada (como a geração dos meus filhos, que não usa e-mail e raramente telefona, convive com os amigos por IM (instant messenger), tem também uma brincadeira: um “ranking de interação”, que indica, com medalhas, a frequência com que você se comunica com seus amigos.

Gostou? Baixe o aplicativo e se quiser me procure por lá.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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