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Quem se lembra de uma propaganda dos anos 1980 em que os adultos viravam crianças quando comiam um doce gostoso? Lembro vagamente e uma das imagens é de toda tripulação de um avião virando criança e abandonando a aeronave, uma cena que parecia divertida na época – e hoje me deixa meio assustada.

Descobri que a campanha era de Chandelle – tentei achar o vídeo no youtube, gente, mas não consegui! – e o que lembro bem é mostrava várias pessoas deixando seus afazeres de lado por alguns instantes e dizendo: “agora não posso, tô comendo meu Chandelle!”. Como fui uma criança e uma adolescente muito séria, cheia de compromissos (com ativismo social, pasmem!) e com mania de ser gente grande, eu não me dava muito tempo para estes momentos de puro deleite.

Aí quando entrei na faculdade minha melhor amiga na época – Annelise, que foi até madrinha do meu casamento depois – começou a pegar no meu pé com esta mania de ser excessivamente responsável. De tanto conversar comigo ela instituiu uma “obrigação extra”: todo dia 21 eu teria um Dia de Liberdade. Coisa boba, eu sei, mas a Anne me forçava a pensar e fazer alguma coisa que eu queria e gostava, me ensinando a me permitir pausas no cotidiano.

Este aprendizado foi excelente para minha vida adulta e, confesso, nem sei o que seria de mim sem os momentos de liberdade. Aprendi a dizer, primeiro num dia do mês, depois em algumas horas da semana, agora em alguns momentos do dia: “agora eu não posso (ou não quero)”. Até como mãe aos poucos eu aprendi que dá para deixar o pedido do filho para daqui a 5 minutos e me permitir continuar com as pernas levantadas no sofá ao final do dia, sair para dar umas voltas sem roteiro pré determinado ou simplesmente comer alguma delícia que a gente decide que “mereceu” naquele dia.

Foi esta pausa diária – e a importância dela para uma vida bem vivida – que me veio à mente quando me convidaram para divulgar a campanha Perto de um Chandelle ninguém é normal… E outras novidades estão no Facebook e no Twitter.

P.S. Eu não contei detalhes dos novos sabores de Chandelle, mas, graças ao @gnsbrasil que foi ao mercado comprar todos, pude provar e gamei no de trufas! Ele fez um post com vídeo e tudo contando da experiência com o novo sabor – e relembrando a delícia do antigo, que a gente comia com tanta satisfação na infância. Está publicado no @cozinhaconversa.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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