Capa de iPhone sustentável (e que não é só protótipo para inglês ver)

capa de iphone sustentavel feita de bambu e produzida no Brasil

Sempre que vejo fotos e notícias de gadgets “sustentáveis” eu fico com um pé atrás. São lindos, a ideia parece ótima, mas ficamos na dúvida sobre a usabilidade e não raro (pelo contrário, com frequência), eu pergunto e não acho viv’alma que tenha comprado o tal invento. Estes casos me lembram algumas novidades que minha família e amigos viam na mídia brasileira quando eu morava em Tóquio e eram divulgadas como sendo de uso comum e cotidiano lá, mas na verdade eram quase protótipos, coisas “prá inglês ver“, como se dizia antigamente.

Dentre as coisas que gosto e que ficava pensando se seriam legais estão os cases e os  docks para iPhone e iPod, em especial os que usam materiais naturais, como o bambu. E não é que, pra pagar minha língua, outro dia encontrei uma pessoa que usa um destes cases de bambu e que conhece os fundadores da empresa que produz? Dani, da Recheio Digital, me contou tudo sobre os designers Tatiana Sobral e Lucio Kanonenko, donos da Casco. Depois de conhecerem a ideia com produtos chineses (acessíveis, mas de qualidade duvidosa), eles desenvolveram capas feitas de bambu natural para iPhones (disponíveis nos modelos 3Gs e 4S) com peças que podem ser lisas ou com gravações de desenhos.

A proposta da marca é “criar o novo sem destruir o que existe”, unindo forma, cor e usabilidade. A empresa ainda cuida de realizar estudos de impacto e resíduos dos processos de produção de cada objeto. 

As capas não são baratinhas, mas valem a pena pois, pelo que senti, são bem resistentes. Já o dock Woody (adaptador com caixa de som) para iPod, de inspiração japonesa, tem um valor ainda salgadinho para o meu bolso. :/

E lembrei do iBamboo Speaker do qual ouvi falar na web há algumas semanas e que estou ainda na expectativa de ver ao vivo e conhecer quem use. A ideia é bárbara porque aproveita a acústica do bambu para amplificar o som.

E vocês aí, o que acham destes gadgets sustentáveis? Adotam? Consideram modismo e nem pensam em comprar? Conte sua experiência!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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