a vida quer

Na blogagem de hoje, uma pessoa comentou aqui comparando o movimento ao trabalho de formiguinhas.
Ontem um trabalho de formiguinhas ao qual me dediquei on line no último ano teve uma vitória que por anos parecia distante: a aprovação da PEC que concede cidadania plena aos filhos de brasileiros nascidos no exterior. Já expliquei longamente o caso aqui, desde que soube da situação através de uma prima do Gui que mora na Suíça e me apresentou um dos maiores guerreiros nesta luta, o jornalista Rui Martins, que mantém o site Brasileirinhos Apátridas. Ontem tive a satisfação de atuar novamente (e voluntariamente) nesta causa, pois Rui me indicou para ser fonte numa reportagem da Rede TV. Não fui personagem, pois, como já contei aqui, voltei ao Brasil para ter meu filho, mas a Fer, uma querida colega de trabalho foi entrevistada e contou porque não fez a transcrição do nascimento do filho Yudji ao voltar para o Brasil. Os motivos? O eterno receio que temos de que um dia, se não tiver mais como viver e se manter com conforto no Brasil, os filhos possam ir para o exterior.
Eu não fiz esta opção, apesar de ter passado minha gestação lá, mas compreendo, porque também fui uma migrante buscando uma condição de vida e oportunidades de trabalho melhores. Mas tenho fé de que meus filhos não precisarão.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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