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Bollywood é uma palavra que começa a se popularizar no Brasil e deve ganhar ainda mais força porque uma das novelas atualmente em cartaz na TV aberta tem a Índia como plano de fundo. Mas você sabe de onde este termo veio? 

Vem da indústria de cinema de língua hindi, a maior indústria de cinema indiana em termos de lucros e popularidade (nacional e internacional) e surgiu da fusão de Bombaim (antigo nome de Mumbai, cidade onde se concentra esta indústria), e de Hollywood (símbolo da indústria cinematográfica americana).

O cinema indiano -e não só o de Bombaim – está em cartaz numa mostra no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília até o dia 01/02. São 20 filmes e vários debates que proporcionarão uma ampliação do conhecimento sobre a atividade cinematográfica na Índia, permitindo ao mesmo tempo uma reflexão sobre as possíveis semelhanças que a Índia e sua cinematografia possuem com o Brasil. 

Segundo o site do CCBB-DF,

Nos anos 1960, floresce na Índia um cinema que aspira ao realismo, à poesia e à crítica social, mobilizando uma nova geração de cineastas pouco convencionais e desafiando as regras do cinema popular do país, seja em sua relação com o mercado, seja na abordagem da realidade. Com o intuito de revelar esse universo, a mostra Nouvelle Vague Indiana sugere uma reflexão sobre os filmes e suas propostas a partir de um viés investigativo, como um prazeroso processo de descoberta da cinematografia e da própria cultura indiana. Destaque para os filmes de grandes cineastas ainda desconhecidos no Brasil, como Ritwik Ghatak, Mrinal Sen, Shyam Benegal e Saeed Mirza. Destaque também para obras precedentes que abriram caminho para essa geração, entre as quais a “Trilogia de Apu”, de Satyajit Ray, assim como para obras que dialogaram como o movimento, como o último filme de Satyajit, “Agantuk”.

Confira a programação e as sinopses dos filmes aqui. 

P.S. Uma madrugada destas eu vi um filme bem despretencioso no canal Telecine que contava um pouco desta visão romântica de Bollywood, com uma cinderela indiana que consegue se vestir e se portar como modelo norte-americana, mas não consegue abandonar suas raízes. Pena que não consegui registrar o nome do filme!  

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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