Bolas de vôlei e de basquete são um paraíso para bactérias!

bolas e bacterias 900

Neste ano o calor e o clima tropical estão “de birra” com o sudeste brasileiro e está demorando para esquentar. Talvez por conta desta deste humor confuso de São Pedro, nos dias em que a previsão do tempo garante sol e calor, a gente corre para os parques, clubes e praia, não é mesmo?

Aqui tem sido assim. Aproveitemos quando os dias bons caem nas folgas do trabalho e escola e nos enchemos de atividades ao ar livre. Como não dá para ficar na piscina ou na bicicleta o tempo todo, por conta do sol forte, praticar esportes é uma das opções que mais comuns.

Brincamos de bola em família e até eu (pequena perto dos filhos!) me arrisco no basquete com eles. Depois do joguinho, todo mundo lembra de se hidratar no quiosque do lado (ou usando as garrafinhas que carregamos nas mochilas) e a fome aparece. O lanchinho não raro repõe todas as calorias que perdemos praticando esportes, mas quem se importa?

Este dia perfeito pode acabar meio mal, com um desarranjo daqueles que nos fazem culpar a comida do quiosque, não é mesmo?

Ledo engano!

Costumamos relacionar as virores que afetam o aparelho digestivo com a comida, mas elas podem vir de outros focos: os equipamentos esportivos. 

Um estudo apresentado no encontro da Academia Americana de Medicina do Esporte acaba de mostrar que as bolas de vôlei e de basquete são também um paraíso para bactérias. A pesquisa revelou, por exemplo, que o Staphylococcus aureus pode sobreviver por até três dias depois do jogo, quando a bola é guardada em um depósito ou armário.

Ouvi falar de estudos por aqui também e eles reforçam cuidados que precisamos começar a ter.

Não precisamos nem devemos parar de praticar esportes – pelo contrário, eles fazem super bem à saúde e aumentam a resistência orgânica – mas devemos cuidar do corpo depois da prática esportiva.

Sabendo do papel que as bolas esportivas têm como veículo de transmissão de germes, podemos incluir sabonete antibacteriano e álcool gel na mochila que nos acompanha nestes passeios, que tal?

Por aqui ando com álcool gel na bolsa o tempo todo e na mochila dos passeios com as crianças, além do protetor solar e repelente de insetos, vai também um sabonete líquido bactericida. Afinal, todo cuidado é pouco e é de pequeno que ensinamos bons hábitos de saúde e prevenimos doenças que só vão atrapalhar os dias lindos de sol e de folga!

🙂

P.S. O mesmo cuidado vale para quem frequenta academia. Ela pode ser um “antro” de germes (dependendo de que lugar você está, é sim!) e antes de voltar para casa, para ficar com seus filhos, vale a pena reforçar a higiene das mãos e das roupas usadas no treino. 😉

 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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