entretenimento / sustentabilidade

“Penso que o rock é sempre uma expressão de muitas frustrações. E frustração clama por mudanças. Na maneira como vejo o rock and roll, acho que na essência ele carrega essa urgência por transformações”
Bob Geldof na Folha de S. Paulo

Uma amiga me contou da entrevista de Bob Geldof no Fantástico e, felizmente, hoje a gente pode rever coisas legais assim na web, né? Eu tinha exatamente a idade do meu filho quando We Are The World foi lançado e não sosseguei até ganhar o LP, que guardo com o maior carinho até hoje. Aprendi com o tempo a admirar os caras que reuniam vários artistas para shows nos “países ricos” , chamando a atenção dos representantes desses países para o perdão da dívida externa que os países pobres tinham com eles.

Mas, no começo de tudo, teve o Gelfof que realizou um evento reunindo artistas interessados em gritar para o mundo que lugares como a Congo tem gente como a gente, que merece ter a chance de crescer e se desenvolver dentro de uma cultura cheia de possibilidades. Depois dele, felizmente, muitos seguiram a mesma linha e passaram a se reunir assim, em torno das causas nas quais acreditam.

E, do Bob, ainda teve o Live Aid, num 13 de julho, um concerto foi em prol da população faminta da Etiópia (quem viveu a década de 1980 lembra que os olhos do mundo se voltaram para a situação dos etíopes), arrecadando 283 milhões de dólares em 1985! A idéia deu tão certo que a partir de então ficou instituído dia 13 de julho como o Dia Mundial do Rock, sabiam? Em 2005, no dia 2 de julho, Geldof e Bono organizaram um novo evento beneficente, o Live 8, que chamava a atenção para o perdão da dívida externa dos países africanos. O evento, cujo nome foi inspirado no G8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo somados à Rússia), que se reúne anualmente.

Como diz o amigo Hummingbird, “o sonho do Bob começou com o projeto Band Aid, um super encontro de músicos britânicos que gravaram a música Do They Know Its Christmas em novembro de 1984. Semanas depois veio a versão dos músicos americanos com We Are The World.” Precisa falar mais sobre este cara? Eu creio que não! Por isso creio que teremos muito a ouvir dele no SWU.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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