mãe

Treze é um dia que, no Brasil, dizem ser de sorte duvidosa. Não me atenho a superstições, mesmo sendo meio japonesa – lá o número da má-sorte é 4, cujo som, shi, é semelhante à morte e os prédios não têm mesmo este andar, apartamentos terminado em 4 e etc. Neste dia 13 eu quero deixar meu “boa sorte” para Sueli, Ceila e Lúcia, que hoje recolocam no ar o Desabafo de Mãe – portal colaborativo feito de mães para mães – repaginado, muito bem estruturado (com trabalho de arquitetura de informação do Raphael Perret), textos novos e todos os textos antigos de arquivo também. Temas ótimos, organizados não só por tags, mas pela região onde a mãe vive, idade (de cada) filho, com agenda cultural muito boa. Quem me lê há mais tempo sabe que os Desabafos Culturais eram meu canto lá e continuarão sendo, pois ainda integro a rede como colaboradora. (Tem mais detalhes no texto de divulgação que postei no Meu Clipping.) E como disse a Mic, “Se você ainda não conhece, é uma ótima oportunidade! Se já é velha conhecida, pode voltar a fazer suas visitinhas diárias.” 😉

P.S. Confesso que achei uma loucura ver quanta coisa eu produzi lá desde 2006! Achei uma pena que não migraram os comentários (tantos, tão legais, de gente tão querida para mim com quem fiz amizade justamente a partir de suas manifestações nos meus textos lá), as imagens e nem os links, que sempre caprichei tanto para colocar nos textos. E foi assim também com o único inédito, que escrevi para a estréia:

Caligrafia e os palms
Quanto você escreve à mão atualmente? Eu confesso que, com meu smartphone, nem as anotações mais básicas faço à mão, se escrevo eventualmente à mão é com a caneta ótica, mas ela tem um sistema que transforma meus garranchos em letras. Será que nossos filhos devem mesmo perder tempo para ter a letra bonita? (…)
[quero] Que os professores saiam dos power points e pensem na possibilidade de transmitir, via bluetooth para os celulares de alunos (ou pais, nas reuniões), os temas que iremos discutir. Já pensaram como seria melhor se as reuniões de pais e mestres tivessem briefing de verdade? E se no final, ao invés de imprimir em papel, a secretária mandasse um resumo da reunião, dos temas, da discussão provocada para nossos e-mails? (Leia e comente o texto completo aqui)

P.S. Numa linha parecida, Cybele Meyer publicou um texto no Nossa Via: Escravo das Próprias Regras.

Você pode gostar também de ler:
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"Mamãe, você pode voltar mais tarde? Estamos fazendo um planejamento muito importante para nossos projetos
"Não há motivo para que São Paulo não vire uma cidade ‘bike friendly’ nos próximos
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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