Blogueiro de papel

bookshelf1.jpgMeu mestre Cristovão Tezza se rendeu aos blogs, viva! Foi a Simone, sempre ela, quem me avisou no msn que achou no portal tudo Paraná este post esta crônica inaugural dele:

“Antigamente a desgraça das crianças na escola eram os gibis. (…) O tempo passou, os marginais de Disney substituíram-se pelos integrados Cebolinha e seus amigos (…) e o vilão da escola passou a ser a televisão. (…) Foram duas décadas, a partir dos anos 70, agora sim, ágrafas. (…) Estudar que é bom, nada – é o que diziam.
E agora, com a internet, a palavra escrita voltou inesperada ao palco de uma forma onipresente. Não há uma página na internet sem uma palavra escrita; não há um só dia em que não se escreva muito no monitor, e não se leia outro tanto. Os velhos diários dos adolescentes de antanho voltaram em forma de blogues – a intimidade trancada na gaveta de ontem agora se escancara para o mundo. “

Serão estes excertos suficientes para ler “blogueiro à manivela”? Para mim sim e adorei o comentário dele de que os blogs “sugam tempo e precisam ser alimentados todo dia, como gatos e cachorros”. (A imagem eu vi no blog do Ale e deixo em homenagem, pois fomos colegas de faculdade nas aulas do Tezza!)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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