Blend de café brasileiro em rede internacional

[Starbucks Anália Franco][Starbucks Anália Franco]

Eu adoro café – quem me conhece sabe bem disso –  e tenho um orgulho danado de ser brasileira e meu país ser famoso como produtor desta bebida que estimula o cérebro, está relacionada ao trabalho e já é comprovadamente boa para saúde. E aí soube que há um blend de café brasileiro que abastece a rede internacional Starbucks, informação que aumentou muito a simpatia que eu já tinha pela rede de cafés estadunidense.

Na quinta-feira passada estive numa desgutacão de cafés na nova loja da Starbucks Coffee no Shopping Jardim Anália Franco (av. Regente Feijó, 1739), a primeira loja da Starbucks na Zona Leste de São Paulo. Instalada no bairro vizinho ao meu e que começa a se posicionar como uma referência na região, a loja tem o mesmo ambiente convidativo e conta com os sofás aconhegantes e o wifi (via Vex) gratuito que leva tantos executivos de outros bairros para as lojas da rede.

[Starbucks Anália Franco] por você.

Como contou a Renata Ruiz, que esteve comigo no evento de lançamento, nós tivemos alguns desencontros com a assessoria da marca e esta confusão foi emblemática da forma como a empresa se posiciona. Jornalistas, nós duas esperávamos um evento padrão para a imprensa, e nos deparamos com o convite para sentar e degustar cafés gourmet e hits gastronômicos do cardápio sob a orientação elucidativa do gerente de distrito da marca, Bruno Pappa. Simpático, visivelmente apaixonado pelo que faz, ele foi incansável na tarefa de explicar para os convidados – em grande parte representantes da imprensa regional e não necessariamente conhecedores do café – as variedades e características da bebida. Eu adorei, embora novidade mesmo só tenha tido a de que o melhor café se faz com a prensa francesa.

[Sempre achei que este aparelho era fino e elegante, mas não sabia que teria esta “desculpa” para investir na compra de um.]

[Starbucks Anália Franco][Starbucks Anália Franco]

Depois da degustação, na qual provamos um blend africano e asiático com toques do bom café brasileiro da região mineira de Alfenas e provamos pães de queijo, quiches, bolinhos e outras delícias, nós fomos presenteados com um pacote de café gourmet à nossa escolha. Sim, as lojas vendem muitas coisas ligadas à bebida, como café em grão (que eles moem na hora para quem não tem como fazê-lo em casa), petiscos para viagem (biscoito com goiabada cascão, frutas oleginosas) e canecas lindas (que a colecionadora de canecas aqui ama, claro). Eu escolhi o café brasileiro e nesta semana temos degustado em família. É leve e a torra não é moderada, o que o fez ser muito apreciado pelos meninos (depois do Globo Repórter sobre café eles estão liberados para tomar a bebida de manhã) e por mim, mas não agradou ao Gui, que gosta de café bem encorpado!

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P.S. Fiz duas sugestões para Bruno: a criação de uma opção de bebida de verão para diabéticos (pensando na minha mãe e também em mães com filhos que têm restrição alimentar e devem morrer de vontade de bebidas como as que estão acima) e que abram uma loja em Curitiba (sugeri o Shopping Park Barigui, que é da mesma rede do Anália Franco e Morumbi e é o favorito da minha irmã Sheron). Ele gostou das ideias!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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