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Gosta de graffitti e entende esse modelo como uma das expressões artísticas contemporâneas? 

Então vai gostar de ver as obras de 60 artistas brasileiros e estrangeiros que compõem a terceira edição da Bienal Internacional Graffiti Fine Art.

Acompanho as mostras de graffiti há alguns anos aqui em São Paulo (e registro o estilo quando viajo, como fiz em Buenos Aires e Miami), e faço questão de divulgar. 

Neste ano, a mostra ficou a cargo da idealizadora Renata Junqueira e do curador Binho Ribeiro. Dentre os artistas, nomes como Artistas como Tasso, Mr. Wany, Marina Zumi, Rimon Guimarães e Derlon. 

  

Para Renata, esta edição é um resgate da primeira, em 2010, que presenciei e registrei aqui no blog. Veja aqui post de 2009 sobre o Graffiti Fine Art.

 

Primeiro Graffiti Fine Art no MuBE

 

Anteriormente sediado no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura), o evento tem como palco, neste ano, o pavilhão das Culturas Brasileiras, no parque Ibirapuera.

“A mudança ocorreu por necessidade de expansão e pela acessibilidade. Não é acessível só por causa de ônibus ou de carro, mas também porque muita gente vai ao local. É legal quando o público vê a obra mais de perto e com mais tempo”.

Outra novidade desta edição é a presença de “folhinhas” de pichadores —pedaços de papel com as caligrafias inscritas. O formato será somado aos tradicionais murais e quadros pintados com spray, pincéis e estêncil, além de instalações e esculturas.

 

Graffiti no CCSP

Serviço:

– Onde? Museu da Cidade – pavilhão das Culturas Brasileiras

– Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Parque Ibirapuera, região sul, s/tel.

– Quando? De terça a domingo: 10h às 18h, até 19/5

– Quanto? Gratuito


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