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Não preciso falar muito, sou super mega defensora do modelo inovador que o Netflix trouxe ao mundo (falo deles antes mesmo de chegarem ao Brasil) e sonho com o dia em que poderemos mesmo escolher todos os programas para ver on demand, quando e como a gente quiser.

O que mais gosto é da chance de que produções alternativas de qualidade estejam sendo produzidas e que cheguem ao público graças a este novo sistema. Como disse minha amiga Chris no podcast, não sei se de outro jeito certas produções chegariam à periferia onde vivemos. A periferia do mundo, não a física, mas a cultural.

Eu não frequento cinemas de arte e perco muita coisa por conta disso. Mesmo o filme brasileiro “Que horas ela volta?”, que deveria ser popular pelo tema que trata, eu não vi ainda porque não consigo me acertar com os cinemas onde está passando. Outros eu só vi porque tem no Netflix.

🙂

E esse papo foi o tema de um podcast do qual a Chris (@teeeetchy) participou.

Engenheira química especialista em cosméticos que colabora no blog mais nesta área mas é super fã de muitas séries,  ela foi a voz feminina do papo que o podcast É Pau, É Pedra fez sobre Beasts of No Nation, um filme “pesado de significado, visceralidade, violência, em quebra de paradigma, além de outros aspectos que transcendem a obra”. Estiveram neste episódio com a Christina Santos, Helio Paiva, Joleno Bártolo, Alex Marques, Matheus Herédia e Rodrigo Poncinelli.

Segundo li, em dez dias, o filme Beasts of No Nation já era o maior sucesso do Netflix, com um total de 3 milhões de visualizações, ultrapassando a audiência comum de uma produção independente.

Para quem não teve a chance de conferir ou (como eu) achou que não teria “estômago e coração” para ver Beasts of No Nation, deixo uma explicação: é um drama de guerra escrito e dirigido por Cary Fukunaga, nome conhecido pela série True Detective, um longa que conta a história de Agu, um jovem africano que perde sua família em um ataque de guerrilheiros e acaba por se tornar parte de um grupo de soldados para sobreviver.

Vou tentar encarar este filme no feriado. E se você ficou curioso, veja o trailer para decidir se vê!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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