Avós e netos: longe dos olhos, perto do coração

20130509-193939.jpg

O vovô xará escreveu uma carta para Manu que me emocionou muito e lembrava que ela é a primeira (de 7 netos) a nascer longe deles).

“É um desafio, não podermos afagar-lhe as mãos, o rostinho, alisar seus cabelos, beija-la, a distancia vai ajudar pouco. Mas temos que ser competentes e encontrar formas de superar os limites, ao menos até que dê. Queremos acompanhar e ter o concurso dos pais e dos irmãos dela para aprendermos essa nova lição. O amor será capaz de ao menos lançar luzes para enxergarmos o caminho.”

Depois disso, tenho reforçado minha tarefa de mandar uma foto e uma novidade dela por e-mail todos os dias. E sinto gratidão dupla por lembrar que minha irmã, que tem dois carioquinhas, tomou sempre o cuidado de nos manter próximos usando esta estratégia: fotos, e-mails, visitas, skype, telefone. Um esforço que a cada encontro se mostra bem sucedido e traz como recompensa os sorrisos da criança que nos reconhece e retribui nosso afeto.

E vocês, quem mais vive esta distância dos queridos e inventa jeitos de driblar tudo?

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.