Saber te hace libre

Você já ouviu falar da AUGM?

A Asociación de Universidades Grupo Montevideo reúne mais de 30 universidades públicas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, buscando o fortalecimento e consolidação de uma massa crítica de recursos humanos de alto nível na região e a promoção da pesquisa científica e tecnológica, bem como a interação de suas universidades com a sociedade como um todo.

A UNESP – Universidade Estadual Paulista teve 12 alunos selecionados para a 26ª edição da Jornadas Jovenes Investigadores organizada pela AUGM entre os dias 17 e 19 de outubro, na Argentina. 

O encontro cientifico foi realizado na Universidad Nacional de Cuyo, na cidade de Mendoza, na Argentina, sob o tema “A 100 años de la Reforma Universitaria: saber te hace libre”.

Ao todo, mais de 600 trabalhos foram apresentados nas áreas de Ciências da Vida, Ciências Exatas e Humanidades.

Três alunos da Unesp foram premiados ao final do encontro:

André Olean Oliveira, mestrando do Ibilce foi premiado na área de Química com o pôster do trabalho “Monitoramento do Consumo de Oxigênio Mitocondrial: Sensor Quimioresistor para Oxigênio Dissolvido Baseado em Nanocompósito de Azo polímero-Grafeno”.

Natália Noronha Ferreira, doutoranda da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) de Araraquara foi premiada na categoria Saúde Humana com a apresentação oral do trabalho “Estratégias associadas como uma nova perspectiva no combate a células tumorais”.

Paloma Sofia Bazán Aparício, mestranda do Instituto de Artes, foi premiada na categoria História, Regiões, e Fronteiras com a apresentação oral do trabalho “O Método Paleo-semiótico no estudo da escultura e cerâmica dos índios Kadiwéu”.

Completam a delegação de alunos da Unesp Aressa Joel Muniz (Jornalismo, em Bauru), Beatriz Lívero Carvalho (Engenharia Agronômica, em Dracena), Edson Luis Rezende Junior (Educação, em Presidente Prudente), Gilmar da Silveira Sousa Junior (Agronomia, em Jaboticabal), Luiz Gustavo Santana Campos (Relações Internacionais, em Franca), Rodrigo Barbosa de Paulo (Ciência da Informação, em Marília), Yasmim Silva Viana (Zootecnia, em Botucatu), Igor Bastos (Engenharia Mecânica, em Bauru) e João Bloch (Turismo em Rosana).

Dois professores da Unesp também participaram como avaliadores de trabalhos apresentados pelos estudantes: Agnelo Cassula, da Faculdade de engenharia de Guaratinguetá, e Carlos Grandini, da Faculdade de Ciências de Bauru.

E você ainda pensa que só vale a pena fazer USP e Unicamp, hein?

Apoie a ciência em nosso país. Faça divulgação científica também!

🙂

E para quem se interessou: o AUGM abriu a chamada de 2019 dos programas de mobilidade para estudantes e professores. Saiba mais neste link.

E se você nem sabia direito da UNESP porque não é de São Paulo ou porque na sua família só fizeram faculdade particular, uma dica: tem muita chance boa para alunos no sistema de ensino superior público, você não precisa de bolsas de estudo para ter uma chance. E aluno de colégio estadual tem até facilidade para ingresso, uma cota de quem estudou na escola pública. Se informe!

Veja como a UNESP pode ser uma opção de respeito:

Um pioneiro na publicação do World University Rankings, o Quacquarelli Symonds (QS) lançou o BRICS University Rankings 2019 no último dia 17 de outubro, com mais de 400 universidades dos países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

A sigla BRICS foi cunhada em 2001 como uma maneira de descrever as cinco economias em crescimento no mundo naquele momento. O ranking regional BRICS existe desde 2013 e foi desenvolvido pela QS em colaboração com a agência de notícias russa Interfax. Surgiu do desejo de destacar e acompanhar melhor os progressos realizados em cada um dos cinco países do BRICS no campo da educação superior e facilitar a comparação de universidades em nações que compartilham de semelhante dinâmica socioeconômica.

Sobre o ranking QS BRICS edição 2019, foi observado um aumento de mais de 100 instituições de ensino superior, das quais o Brasil teve a segunda maior entrada: foram 29 ingressantes. Dentre os países participantes, o Brasil é o terceiro em contingente, ficando atrás de Índia e Rússia. A Figura 1 mostra a distribuição das universidades avaliadas em 2017 e 2018.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.