As viagens são os melhores sinais de um tempo bom

“Todos os dias, antes de dormir, lembro e esqueço como foi o dia. Sempre em frente, não temos tempo a perder.”
Renato Russo

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Acaba o ano e a gente se vê fazendo um balanço. Viajando para passar o Réveillon com a família eu me peguei fazendo o mesmo, pesando o que o ano, que foi dos mais intensos da minha vida, teve de bom e de ruim.

Apesar de algumas perdas – uma amiga querida faleceu, algumas pessoas próximas se tornaram distantes, colaboradores se desligaram profissionalmente – o saldo de 2013 é muito positivo para mim. Meu trabalho esteve ligado a ações muito voltadas ao bem social – exemplos são Viva Positivamente, Social Good Brasil e É da nossa conta! – e as ações, que fortaleceram a Otagai, empresa que criei sonhando em usar as redes sociais para reunir pessoas que buscam compartilhar coisas positivas e para aproximar bons valores de marcas a pessoas do bem, me trouxeram novas amizades e contatos que fazem meu ano fechar com um superávit de capital humano.

Na vida pessoal, fechei ciclos, comecei novos desafios. Meu filho caçula terminou o Fundamental 1 (antigo primário) pouco depois de sabermos que uma menina estava a caminho, completando nossa família. Manuela deve nascer em abril de 2013, mas a alegria da presença dela esteve conosco neste segundo semestre de 2012.

E, voltando ao começo do post, das reflexões das viagens, como viajamos. Creio que podemos considerar o saldo de um ano bem vivido usando como paradigma algumas conquistas, aquisições, realizações. Mas para mim das coisas palpáveis e que são sinônimos de momentos felizes, as viagens são os melhores sinais de um tempo bom.

Quando viajamos nos expomos, abrimos espaço no coração para novas paixões, reforçamos laços com o que amamos, damos valor ao que deixamos e para o que queremos voltar, aprendemos e ensinamos sem perceber quem sabe mais, sacudimos a rotina, redescobrimos o conforto da vida comum e vivemos a fantasia de outra vida. Se podemos fazer isso na companhia de quem amamos, podemos fazer tudo isso juntos e ainda voltar com novos laços, novas lembranças, sonhos e planos refeitos.

Como foi aí para você? As viagens – reais, virtuais, literárias ou afetivas – deixaram boas lembranças? Conte nos comentários!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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