educação / mãe

No meio da semana enquanto eu almoçava e me preparava para levar meus flhos na escola e ir trabalhar me deparei com uma notícia que me surpreendeu de forma positiva e negativa. Positiva porque poderá ajudar a resolver uma questão séria das escolas, negativa porque foi triste constatar que a coisa está tão feia!

Segundo a reportagem do Jornal Hoje, um game se tornou popular com uma disputa que consiste em perseguir os estudantes mais gordinhos ou os chamados nerds e a bater neles. Sim, é o bullying (um tipo de agressão gerada pela intolerância) que já conhecíamos das escolas e agora está presente nesses jogos eletrônicos.

Se ver a vida real (ou supostamente real em reallity show na TV) virou moda, acontece que também vamos as poucos nos habituando com a violência gratuita. Segundo um dos especialistas entrevistados pela reportagem, o psicólogo Carlos Brito

“Ser valentão estimula essa violência. Vivemos em uma sociedade em que a perversão e o prazer em ver o sofrimento do outro é boa”.

No meu tempo coadunar com a violência era caso de polícia e no seu? Como você tem reagido a este tipo de situação com seus filhos?

Da mesma forma que não permito que meus filhos seja, agressivos ou apreciem a agressividade e violência gratuita, tomando o cuidado de conversar sobre as situações que vemos na mídia, eu também fico atenta e já tive que conversar algumas vezes com a orientadora pedagógica da escola por bullying contra os meninos. Creio que, infelizmente, esta realidade é vivida por muitas outras famílias.

A novidade que vem de Pernambuco é que, de acordo com  um projeto de lei que está na Assembleia Legislativa, escolas públicas e privadas podem ser obrigadas a incluir no projeto pedagógico o combate ao bullying. Se o projeto for aprovado, medidas sócioeducativas serão tomadas contra os “infratores”, como “advertências, liberdade assistida, prestação de serviços à comunidade, a semiliberdade e o caso excepcional que é a privação de liberdade”.

E você, acha esta possibilidade de punição dos menores justa?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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