5 dicas do LinkedIn para campanhas em redes sociais

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Li há um tempão e ficou como rascunho, mas ainda valem: 5 dicas do LinkedIn para campanhas em redes sociais por Kevin Eyres, um dos diretores da rede social especializada em carreira, o LinkedIn. São dicas razoavelmente conhecidas, mas é sempre bom relembrar.

Quais são as dicas?

 

  • Comece por quem está mais perto – seus funcionários. Como eles estão falando do seu trabalho, da sua empresa, das suas ocupações em suas redes sociais? Sem cair no patrulhamento, vale acompanhar e eventualmente fornecer um guia sobre boas praticas em redes sociais.
  • Utilize os comentários e opiniões sobre sua empresa e suas marcas nas redes sociais para entender quais opiniões e contextos de interação que elas despertam.Não se trata apenas daqueles que falam diretamente da empresa, mas com quais situações ela aparece associada. “Seus consumidores já te colocaram lá, quer você goste ou não.”
  • Identificados os temas chave, desenvolva estratégias que permitam atingir os consumidores que manifestaram interesse por assuntos relacionados com sua marca, seja através de RP, target advertising ou eventos.

 

 

  • Crie valor. Eyres relembrou uma campanha focada em executivos que viajam muito a negócios, feita a partir de uma pesquisa realizada sobre o tema com usuários do site e os temas relacionados com viagem que eles mencionavam em suas paginas pessoais.
  • Experimente. Mídia social ainda é algo novo e, como toda inovação, tem seus riscos. Mas se você ficar esperando, seus concorrentes podem abrir uma distancia na curva de aprendizado que mais a frente vai se revelar fatal.

Para concluir, o Marcelo (creio que li num texto do Marcelo Coutinho, mas se alguém lembrar diferente pode me corrigir, tá?)  fez uma reflexão bem interessante:

“Podemos chamar o LinkedIn de “site” quando ele realiza este tipo de ação? Afinal, ele atinge 41 milhões de usuários, faz pesquisa, ajuda no desenvolvimento e mensuração da campanha. Temos novos players na cadeia da comunicação, e eles não são nem agências, nem veículos, nem institutos de pesquisa, mas estão na mesma “cadeia alimentar”, competindo pelos anunciantes.”

O que você acha? Será que a relação do consumidor com marcas, produtos e serviços tem cada vez mais passagem pelas informações produzidas e partilhadas na mídia social? Em 2009, quando deixei este rascunho aqui, a tendência ainda parecia incerta, mas hoje me parece que está incorporada nos hábitos de consumo, que incluem procurar referências sobre o que se consome (ou que se pretende consumir) nas pesquisas no Google, em sites que comparam preços de lojas, em comunidades do Orkut e Facebook nas quais os internautas falam sobre o que você está interessado – sem falar no Twitter, por meio dos contatos e hashtags.

[update] Se você ainda vai começar no LinkedIn, vale ler: Como otimizar seu perfil no LinkedIn (Dicas SMO) e Razões para manter seu perfil (atualizado) em redes sociais de profissionais [/update]

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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