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Neste final de semana estava conversando com uma amiga sobre gripes e uma das lembranças que me vieram à mente foi do meu filho do meio, aos 2 aninhos tomando antibióticos fortes para amigdalite.

Foi um período duro por aqui. Eram tantas crises que chegamos a ir mais de 1 vez por mês ao Pronto Socorro, com injeções de antibióticos regulares, judiando dele e da gente. Ele tinha as amígdalas hipertrofiadas (grandes, que se tornaram enormes e impediam a respiração quando tinha infecção) e só com a cirurgia melhorou. E não adiantava reaproveitar os mesmos antibióticos de antes, pois as bactérias “evoluem” e ficam resistentes ao uso. Portanto, precisávamos sempre mudar de remédio, conforme o médico receitava.

Mas até que ele ganhasse peso e força para uma cirurgia destas, o antibiótico foi sim um companheiro frequente do meu filho.

Pensa que eu reclamo?

Não.

Minha mãe perdeu a irmã mais velha com uma gripe forte, por falta desta medicação – a penicilina ainda era nova no Brasil na década de 1940 – e muita gente perdeu entes querido antes que se descobrisse este jeito de combater as bactérias ruins.

Quando Alexander Fleming descobriu a penicilina, em 1928, não imaginava o quanto isso seria importante para o avanço da medicina no tratamento de infecções causadas por bactérias. Saiba como essa poderosa classe de medicamentos funciona, acessando http://bit.ly/1vvU2si Com antibiótico não se brinca. #respeitesuareceita

É verdade que a minha geração sofreu com remédios que sacrificavam o organismo, mas também estamos aqui firmes e fortes porque nossos pais tiveram acesso a este salvador de vidas.

Não tem o mito de que o antibiótico impede o crescimento de criança, estraga o dente, deixa o dente amarelo? Isso já foi verdade! As fórmulas muito antigas de fato tinham um efeito colateral pesado. Como as pesquisas ajudam, a indústria evoluiu, a cada ano tem uma melhoria nas possibilidades de tratamento.

No entanto, a gente aprendeu a usar né? A indústria farmacêutica faz pesquisas constantes, cada dia tem um novo medicamento para o que os médicos chamam de “espectro” de bactérias e os pacientes estão aprendendo a usar direito.

A prescrição não é apenas um papel em que o médico anota o remédio que o paciente deve tomar. Seguir as orientações prescritas pelo médico é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento. Saiba o porquê e qual é a responsabilidade do paciente que recebe a prescrição:  http://bit.ly/1wdra72  Com antibiótico não se brinca. #respeitesuareceita Sam Shiraishi

Conversei com uma médica infectologista que respeito muito e ela me explicou que hoje em dia tem um antibiótico específico para cada problema, não é um antibiótico que pega tudo, como antigamente.

Tem um que é melhor para o ouvido, outro que melhor pro pulmão, outro que é melhor pra garganta, porque são “bichos” diferentes que podem estar atacando. Tem um bicho que gosta mais do ouvido, outro gosta mais da garganta, outro que gosta mais de infecção urinária. Enfim, tem vírus, tem bactéria, tem os vírus que para os quais não precisa de antibiótico, então o que acontece com tudo isso? A indústria vai se aprimorando e diminuindo os efeitos colaterais. A indústria, me explicou a médica, busca diminuir esses efeitos, melhorar o gosto e “dar uma certa comodidade posológica”, ou seja, ampliar o tempo de ação do medicamento para a gente não ficar acordando de 4h em 4h ou de 6h em 6h para tomar.

Nada do que contei num texto outro dia, de uma mãe “emprestar” o antibiótico do filho para a amiga!

Respeite sua receita - com antibiótico não se brinca!

 

Nada de parar de tomar o remédio quando começa a melhorar porque a gente sabe que tem um ciclo e para tudo funcionar o horário regular para ingestão do remédio e o número de dias de tratamento fazem toda diferença.

 

E mais importante: nada de automedicação ou autogestão do tempo do medicamento! Medicamento é coisa séria e só o médico de confiança pode nos orientar.

 

Publieditorial: Apoio GSK

artigopatrocinado publieditorial

Este é o segundo post da série Respeite sua receita!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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