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Não sou fumante por exclusiva opção que eu não propago por aí – apesar de ser contra o tabagismo, não gosto de me meter na vida dos outros. Mas admito com naturalidade e sinceridade: mesmo sem nunca ter fumado, já fui dependente do cigarro. Como meus pais fumavam desde quando eu nasci – minha mãe fumou até meus 13 anos e meu pai fuma até hoje – eu fui uma fumante passiva por muito tempo. A faculdade de comunicação social, o trabalho em redações, enfim, todos os ambientes me forçavam a fumar passivamente.

É isso que acontece com quem força outras pessoas a conviverem com sua opção de fumar: o outro se vicia, inevitavelmente, sem estar de fato escolhendo.

Foi assim até minha “alforria” profissional, pois Gui e eu não fumamos e com meu home office me dou o direito de escapar da fumaça. No entanto, quando estou em ambientes de fumantes confesso que inalo a fumaça e sinto que meu corpo aprecia a sensação – que horror! – mas me mantenho forte na determinação de não ser mais um número para a indústria do tabaco.

Na semana passada a mídia falou com insistência neste tema e eu levantei alguns argumentos contra o cigarro porque 31 de maio é o Dia Mundial contra o Tabaco. Foram várias notícias, esclarecedoras e assustadoras também.

Um desafio e um alento para quem quer largar ou cuidar mais das pessoas que ama e que, de alguma forma (como acontecia comigo) convivem com o cigarro: um estudo publicado há algumas semanas no New England Journal of Medicine mostra que a atitude individual de parar de fumar cria uma onda de influência sobre outras pessoas do convívio direto. Os resultados foram animadores: quando um dos cônjuges cessa o tabagismo, o outro tem as chances de parar aumentadas em 67%. No caso de irmãos, o fato de um abandonar o vício potencializa em 25% as possibilidades do outro seguir o mesmo caminho. Entre amigos, as chances crescem 36% e, entre colegas de trabalho, 34%.

Não parecem ser boas razões para pensar em deixar o cigarro? Levar consigo para um caminho mais saudável seu amor, seus irmãos, amigos, filhos deve ser o maior motivador para largar o cigarro. Mas se não for suficiente pense que o tabagismo é a principal causa evitável de câncer e que o cigarro mata 50% de seus adeptos. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde o cigarro matará 1 bilhão de pessoas neste século pois está relacionado a 6 das 8 principais causas de morte.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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