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Como contei en passent há um mês roubaram meu carro. Aquela cena de filme na qual deixamos o carro para ir ao parque e quando voltamos ele simplesmente sumiu – e com ele vários itens que o seguro (mesmo sendo total) não cobre. Hoje saí em busca de dois destes ítens de primeira necessidade: os assentos para crianças. Como minha irmã precisava trocar o bebê-conforto do meu sobrinho por uma cadeirinha infantil para carro, fomos juntas a uma loja nesta manhã.

Para C.J., que completará um aninho no dia 18/01, uma cadeira da Infanti resolveu. Ele cansou testando modelos da Chicco e outros, contando inclusive com a simulação de seu crescimento, numa dramatização feita pelo Giorgio, como a Tiffany deve contar no seu blog. Já para meu caçula, de 6 anos e 22 kg, não tinha muita opção no mercado, achei apenas dois modelos, um da Chicco e outro da Burigotto. Como o da Burigotto era mais alchochoadinho e podia ser desmontado, fiquei com ele. O mais difícil, no entando, foi convencer Enzo, 8 anos e meio e 32kg, de que ainda precisava do booster para usar o cinto de três pontas com segurança. Mas, no final, conseguimos nos acertar com um da Chicco no qual até eu coube sentada com relativo conforto. (tá bom, quem me conhece pode falar que não precisa muito para mim porque sou muiot baixinha)

Como tinha pesquisado anteriormente conversei com ele sobre um Guia da Cadeirinha que encontrei no site Criança Segura e que colo abaixo. É importante observar algumas características para escolher o tipo de cadeira de segurança mais adequado ao peso e à idade da criança.

cadeira-infantil-para-carro

Somente as crianças acima de 36kg e no mínimo 1,45m de altura (aproximadamente de 10 anos de idade) não precisam mais de assentos elevatórios, mas, como todos, precisam de cinto de segurança de três pontos.

Mesmo eu, que me considero atenta a esta questão, quase “dei um fora”, deixando meu filho mais velho direto no cinto de segurança. Confesso que gastar um valor razoável com duas peças de plástico desanimam, mas foi um investimento na segurança e na saúde – tanto deles, que estarão mais protegidos no banco de trás do carro, quanto nosso, que conseguiremos dirigir com mais tranqüilidade. Vale se informar, ver dicas para direção segura no transporte de crianças e não deixar de transportar nossas crianças com segurança mesmo que em trechos curtos.

😉

P.S. Neste ano comprovei que certos investimentos valem a pena. Em julho tive que contar com o seguro-saúde no acidente do Giorgio e a Unimed Paulistana nos atendeu muito bem; no final de novembro quando roubaram nosso carro a Bradesco Seguros nos atendeu prontamente e, embora tenha demorado um pouco a nos ressarcir do valor do seguro automotivo, o fez direitinho. Espero não ter que comprovar que as cadeiras valem o investimento também, mas, mesmo assim, prefiro me precaver. Nada tem mais valor do que a vida.

P.P.S. Preciso fazer um mea culpa. Depois da morte do menino João Hélio eu passei meses sem ter coragem de prender os meninos nos cintos de segurança ou cadeirinhas no carro, achava que eles estariam mais vulneráveis ainda. E, mesmo agora, eu só deixei saírem de carro comigo depois que me provaram que sabiam como abrir e fechar o cinto, porque tenho um medo secreto de que eles precisem sair do carro às pressas e não possam contar com minha ajuda. Vai entender estes medos urbanos, né?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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