bem estar

“Defesa de tese da Andréia Jacopetti representando a Comunidade Doador de Órgãos, um dos estudos de caso deste excelente trabalho. Parabéns Andréia pela sua contribuição à saúde no Brasil, e aos amigos e seguidores do doadordeorgaos do facebook e do twitter, que têm contribuído para levar informações a milhares de pessoas a respeito das causas que defendemos.”
Doador de Órgãos

Eu falei deste tema há poucos dias no vídeo do Hospital Israelita Albert Einstein e nem sabia desta tese. Acredito sinceramente que com as redes sociais muda o cenário por conta das relações entre os players. E ver a notícia que divulguei acima me chamou atenção. Primeiro porque eu conheço a fundação Pró-Rim (sou paranaense e minha avó materna foi paciente renal no final de sua vida) e segundo porque vejo este mesmo movimento de engajamento social acontecer na internet há anos e se fortalecer – muito! – com as redes sociais. Mas às vezes falta aos profissionais mais nichados, como é o caso da categoria biomédica, tempo para acompanhar todo este processo e esta evolução (galopante) do cidadão comum que passa a ser benfeitor de uma obra porque acredita nela e resolve ser mecenas divulgando-a em seu blog.

Ao teorizar o fenômeno das redes sociais digitais, com ênfase na comunicação e na saúde, a nova mestre Andréia Jacopetti serve como ponte entre estes dois mundos.

“O trabalho é importante para médicos e pacientes e também para empresas do setor de saúde, que podem compreender como se dá as interações nas redes sociais digitais. No campo da pesquisa, avança na área de comunicação e saúde ao trazer importantes contribuições”, disse Claudia Quadros, coordenadora do Programa de Mestrado e Doutorado em Comunicação e Linguagens (PPGCOM) por ocasião da defesa da tese.

Segundo li, a pesquisa, qualitativa e feita com pacientes renais que usam as redes sociais, analisou a participação dos pacientes renais nas redes sociais on-line, o que demonstrou um novo cenário de relacionamento entre públicos e instituições de saúde por meio das redes sociais on-line. Andréia conta que

“Os pacientes renais crônicos têm se apropriado cada vez mais da rede como um espaço de compartilhamento de experiências, promoção de ajuda mútua e de busca por conhecimento e suporte em seus tratamentos, especialmente quando se trata da busca pelo transplante renal.”

Pergunto a você, leitor, se conhece outros projetos interessantes que simplificam e aproximam o universo biomédico dos pacientes (e não pacientes, do leitor comum, por quê não?) e se aceitaria contribuir com uma lista destes projetos comentando aqui para reunirmos estas boas (e novas) práticas.

Topa?

P.S. Minha avó dependeu de hemodiálise em seus últimos anos de vida e nos aproximamos muito tanto das famílias dos outros pacientes, quanto do corpo clínico (da Santa Casa de Curitiba) quanto desta realidade. Isso aconteceu entre 1986-88, avalio como teríamos nos fortalecido se tivéssemos as redes sociais para nos orientar e amparar. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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