Água na Oca – ou como ver a água por trás das coisas

Dica para o final de semana – quem sabe se ver e tocar a água no Parque Ibirapuera não dá sensação de frescor neste verão fora de série?

Quando a gente é criança bem pequena sempre tentamos “pegar” a água com as mãos para que ela não fuja, não é mesmo? Com o tempo percebemos qeu ela não pode ser represada com facilidade e começamos a deixar água de lado, vivendo com ela sem prestar muita atenção. Aí entramos na escola e começamos a ouvir falar da importância do tema para o bem-estar da sociedade e para o planeta, não é mesmo? E como fazemos para não deixar de ver a água e entender a complexidade de seu papel na nossa vida?

Uma exposição no Ibirapuera promete nos dar as condições para começar a pensar sobre o tema mesclando sensibilidade artística e curiosidade científica. O Águas na Oca, exposição interativa que mescla arte e tecnologia, celebra e desvenda a substância mais importante do planeta, traçando um panorama que mostra como a água vêm moldando o mundo, definindo o curso de civilizações e inspirando a arte e a música.

E o que podemos ver por lá?

Um supercinema com capacidade para até 50 visitantes e que exibe um curta sobre a última fronteira inexplorada pelo homem, as profundezas dos oceanos e seus mistérios.

Supercinema

Laboratório de Aprendizagem com três atividades: observação de artêmias ao microscópio, teste de como os cactos evitam a dessecação e eletrólise da água para entender a produção de energia.

Laboratório de Aprendizagem

Casa D’Água, uma instalação que recria o drama das enchentes, mostrando um caminho alagado que leva a um casebre prestes a sofrer uma inundação causada por uma tempestade terrível.

Casa D’Água

Balança de Água, com projeções virtuais de dois seres vivos comparadas em uma balança que, em vez do “peso”, mede a porcentagem de água em cada um.

Balança de Água

Caiu na rede é peixe: um jogo multiplayer que desafia os participantes a diferenciar os peixes criados em aquicultura dos que são capturados na natureza.

Caiu na rede é peixe

Terrário com animais em 3D que se movimentam em um ambiente que recria o ecossistema dos manguezais.

Terrário

Aquário com mais de 60 espécies de animais em seis ecossistemas de diferentes lugares do mundo com e um jardim subaquático.

Aquário

As cores da Amazônia em um grande mapa com as regiões da bacia amazônica no qual chove forte na cor da água dos rios da área selecionada.

As cores da Amazônia

A exposição, que no Brasil tem curadoria de Marcello Dantas e apresenta os aspectos físicos, biológicos, ambientais, simbólicos, e artísticos do líquido mais precioso que temos, chega a São Paulo numa parceria do Instituto Sangari e Movimento Cyan com o Museu de História Natural de Nova York. Como nos melhores espaços culturais do mundo, nela crianças, professores e pais (afinal, programa cultural é para família curtir junto, mesmo que a escola também leve as crianças) poderão aproveitar 8 mil metros quadrados de de instações artísticas, científicas e de entretenimento que se apresentam com uso de tecnologia em fotografias, audivisuais, aquários reais e virtuais.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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