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Uma pessoa que respeito fez essa pergunta no grupo Hortelões Urbanos, levando para lá um link que sugere que esse movimento de produzir parte da própria comida pode ser um modismo de classe média.
  
Antes de ler eu já opinei: é como o aleitamento materno prolongado.

Quando eu falava que fazia e recomendava, lá em 2000/2002 (quando meus filhos mais velhos nasceram), muita gente argumentava que uma mulher trabalhadora não daria conta dessa rotina, que fazia parte de um mundo omitido.

Quando minha filha nasceu, em 2013, não só o aleitamento tinha se (re)popularizado como discutia-se ampliação de direitos (licença maternidade, amamentação em público, etc).

Dessa experiência sei que a gente (quem pode) precisa tentar, fazer e mostrar que é possível, para que um velhos hábitos possam voltar à rotina repaginados.

Ficou curioso sobre o grupo? São 30 mil pessoas que sinceramente querem trazer a simplicidade, a sustentabilidade e a saúde da produção de alimentos em pequena escala para suas vidas. Cada um do seu jeito, na sua escala, como dá, mas com uma premissa: nada de deixar para amanhã!

🙂

Veja a descrição do grupo:

O grupo Hortelões Urbanos foi criado em 2011 para reunir pessoas interessadas em trocar experiências pessoais sobre plantio orgânico doméstico de alimentos e também pretende inspirar a formação de hortas comunitárias. Além do bate-papo sobre as plantas de cada um, acontece bastante prosa sobre experiências caipiras, divulgação de projetos de plantio orgânico de alimentos e exemplos do campo que podem inspirar um urbano a plantar. 

Não controlamos ou organizamos atividades de agricultura urbana, não somos uma organização e nem pretendemos ser. Vários dos membros desse grupo atuam em hortas comunitárias e outras iniciativas relacionadas, assim como boa parte dos participantes desses projetos sequer fazem parte da rede social. 


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